Estamos a cada dia despertando para um novo dia. E cada ser humano tem sua história para escrever, para saborear, para cultivar, ou até em uma tentativa de corrigir o impacto de algum ato. Todos têm algo a deixar para a humanidade. Suas lições, suas experiências e suas realizações.
Histórias de lutas e de conquistas. Histórias de vitórias e de derrotas. Histórias de lições e de decepções. Histórias que edificam e histórias que em nada contribuem para a realização humana. Embora aconteça assim, sempre haverá algo a aprender e algo a ensinar.
Não importa o quanto de desejo exista em sua mente, o importante é que jamais desista de seus sonhos. Persevere em suas esperanças.
O mundo está repleto de individualistas aparentemente inúteis, e há a possibilidade de criar tantos caminhos que levariam à alegria e ao bem-estar. Seriam caminhos de equilíbrio, revelando esperança e felicidade.
Felizes aqueles e aquelas que tenham encontrado algum deles, pois terão a graça e a honra de entrar no coração do universo e produzir frutos que sejam para a eternidade. A matéria poderá oferecer riquezas, mas somente o espírito ofertará a felicidade tão desejada.
Quando entrar nessa realidade, tudo começará a ter sabor de perfeição, ter o perfume de uma vida saudável e ter a singeleza das almas que se elevam.
Não custará deixar um pouco o comodismo no museu e prestar atenção, pois alguém está ao lado caminhando pelo mesmo caminho, querendo escutar as angústias e oferecer a luz amiga que dissipe todas as dúvidas e revele toda a verdade.
Como sempre, busquemos na Bíblia Sagrada essa grandeza de alma e esse necessário amor, então veremos o quanto é sublime escutar o Mestre dos mestres em toda a sua sabedoria. O coração vai bater mais forte e a alma vai suspirar mais leve. Tudo ao redor se tornará mais belo e mais brilhante. As dúvidas serão superadas pela verdade.
Assim aconteceu, segundo a Bíblia Sagrada, a dois jovens que se uniram ao grupo do Mestre. Durante três anos, participaram das caminhadas missionárias com o Mestre.
Presenciaram inúmeros milagres. Vibraram com as curas, com a expulsão de demônios, com a multiplicação de pães e peixes, saciando a fome de multidões. Tantas obras. Tantas maravilhas que os encantavam e emocionavam.
Esse homem era querido de todos, menos dos sumos sacerdotes, dos fariseus e dos chefes do povo. Eles não o suportavam e o condenaram à morte em uma cruz. Esses inimigos não esperavam, porém, surpresa alguma, e muito menos que ele ressuscitasse. E ressuscitou, para espanto de alguns e alegria de outros.
Os dois jovens faziam parte do grupo que se alegrou. Mas, antes disso, a morte do Mestre deixou neles e no grupo a sensação de derrota e de decepção.
O que fazer agora? Uns se esconderam por medo de receberem a mesma sorte do Mestre. Outros decidiram retornara às suas casas e reassumir suas atividades do dia a dia.
Esqueceram que o Mestre, por diversas vezes, os havia alertado de tudo quanto lhe ia acontecer por suas pregações, por seus milagres em dia de sábado e por afrontar a teimosia e a radicalidade no cumprimento da Lei. Mas ele ressuscitou e vive entre nós.