Uma reportagem divulgada no Jornal Correio do Estado, edição do dia 9/1, alertou: população improvisa placa de pare om papel preso em árvore. Aproximadamente, 35 mil cidadãos morrem por ano em acidentes
de trânsito no Brasil.
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de forma determinante, exige que antes da liberação de qualquer via pública terrestre há de se finalizar toda a sinalização horizontal e vertical.
Temos um dos códigos de trânsito mais rigorosos do mundo. Pare se tornar habilitado a trafegar com veículos, passamos por perícia médica, prova teórica, prova prática e muitas horas de aulas preparativas.
O governo nos exige decênios de esforços a fim de nos tornar verdadeiramente habilitados. Uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) custa aos motoristas mais de R$ 2 mil.
Todavia, o mesmo governo, com a mão pesada sobre o cidadão contribuinte, libera novas vias públicas sem o mínimo de sinalização viária. Essa é uma das causas dos milhares de acidentes e mortes que ceifam vidas por todo o Brasil.
E o próprio governo, que faz as leis, não as respeita. O Brasil é reconhecido internacionalmente como um dos países com trânsito mais violentos do mundo. Nossas estatísticas anuais superam número de mortos até mesmo em tempos de guerra.
Em seu artigo nº 88, o CTB dita:
“Nenhuma via pavimentada poderá ser entregue após sua construção nem reaberta ao trânsito após a realização de obras ou de manutenção enquanto não estiver devidamente sinalizada, vertical e horizontalmente, de forma a garantir as condições adequadas de segurança na circulação”.
Reiteremos que, se o próprio governo não respeita as leis, porque temos que pagar multas de trânsito? Porque só o cidadão é aviltado pela longa mão estatal?
Porque somos pressionados e obrigados a pagar tributos altíssimos. Pagamos tributos “europeus” e recebemos serviços de qualidade pouco aceitáveis, analisando o mínimo e o máximo. Cerca de 35 mil brasileiros morrem por ano no País no trânsito – informação a ser repetida, para que de fato não nos esqueçamos.
Milhares de famílias destroçadas, completa e emocionalmente, a se tratar de questões relativas à saúde mental.
Financeiramente pior ainda, pois muitos mortos eram arrimo de suas respectivas famílias.
Os valores brasileiros estão tão invertidos a ponto de que pobres miseráveis atropelados nas ruas tenham se tornado apenas números. A Justiça brasileira é cega, surda e muda!