Opinião

artigos

Caminhos da Vida

Páscoa do coração. Uma nova luz brilhou e dissipou as trevas que impediam ver a beleza e a grandeza de Deus. Destruiu os caminhos que conduziam aos vícios e outras tantas maldades. Trouxe a paz e a harmonia para todos os seres humanos.

Páscoa na família. Despertou o olhar para um relacionamento novo. As velhas desordens, os velhos ciúmes, tudo foi sepultado. Os novos sentimentos de perdão e de reconciliação, uma nova maneira de pensar despertou a consciência para um amor mais puro, para uma alegria mais nobre iluminada pela fé. Um sonho cuja habitação se encontra guardada em um lugar sagrado.

Páscoa, uma surpresa amiga, cuja grandeza se desenvolve enquanto semeia alegrias e esperanças. E se encontra em um recanto da saudade. O caminho para chegar nela denomina-se esperança, e a força que impulsiona se denomina confiança.

Pensando nessa beleza, penso na humanidade que, há séculos, há milênios, aguardava um sinal no céu. No princípio, Deus havia criado o céu, a terra e o mar. Em seguida, entregou tudo nas mãos humanas a fim de que completasse. Mas o ser humano esqueceu quem o criara, a quem havia confiado a plenificação.
Deus, então, envia os profetas. Esses também foram rejeitados e eliminados, mas aquilo que pertence a Deus não pode fracassar. Como último, recurso envia seu Filho. Esse viveu no meio do povo, realizou inúmeras curas, grandes milagres, grandes obras.

Apesar dos inúmeros admiradores, apesar de ter reunido tão grande número de seguidores e discípulos, acabou sendo rejeitado e perseguido pelos doutores da Lei e os Sumos Sacerdotes e pelos chefes do povo, condenado ao pior dos suplícios: a morte na cruz. Suplício reservado aos piores inimigos do império.

Alguns de seus seguidores, os mais fiéis, permaneceram vigiando, mas o mundo dormiu. Esqueceu aquilo que tantas vezes o Mestre havia alertado, de que ele seria perseguido, seria preso e crucificado. E que, após três dias, haveria de ressuscitar. Não cabia na cabeça desse povo algo que pudesse decepcionar. Viviam tão contentes que não prestavam atenção.

Viviam empolgados com as pregações e com os milagres. Viviam entusiasmados com a fama dele, com os espetáculos e com a doutrina que atraia multidões. Não imaginava ter que enfrentar os poderosos e aceitar humildemente ver seu Mestre despido de suas vestes e de sua dignidade, morto e sepultado.

Mas a morte e a sepultura não tiveram a última palavra. Ele ressuscitou. E, com Ele, a humanidade toda ressuscitou e gloriosamente cantou a vitória do amor sobre o ódio. Da nulidade sobre a violência, da graça sobre o pecado, da sabedoria sobre o orgulho e da vida sobre a morte.

Páscoa: mensagem rica de amor, de carinho, de ternura e de paz. Palavra essa um tanto ausente no vocabulário atual diante de tantas pessoas que passam fome, de pessoas que são mutiladas pela guerra. Palavra difícil de partilhar diante de tanta violência e de ódio. E por nós seja celebrada com alegria e com amor. Celebremos fraternalmente a vitória de nosso Mestre e Guia.

Direito previdenciário

Aposentadoria do Médico: Quem cuida de vidas também precisa cuidar do próprio futuro

Por Juliane Penteado Santana Advogada previdenciarista há mais de 25 anos e professora de Direito Previdenciário

23/10/2026 00h03

Juliane Penteado

Juliane Penteado

Continue Lendo...

Direito

Imóvel dado em garantia não cobre, automaticamente, todas as suas dívidas com o banco

A chamada "cláusula guarda-chuva", comum em contratos de bancos e cooperativas de crédito, tenta estender a garantia a qualquer dívida futura. A lei impõe limites, e conhecê-los pode salvar a fazenda

22/10/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).