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PRISÃO DOMICILIAR

"Se depender do Gaeco, Jamil será enterrado com algemas", diz defesa de Name

Juiz suspendeu sete prisões preventivas para que Name seja transferido de Rio Grande do Norte para Mato Grosso do Sul
04/06/2021 10:43 - Gabrielle Tavares


Com Covid-19, Jamil Name, 82 anos, teve sete prisões preventivas suspensas pelo juiz Mário José Esbalqueiro Júnior, que recebeu o pedido de prisão domiciliar, após o empresário ser diagnosticado com Covid-19 e precisar ser intubado em um hospital particular de Mossoró (RN), em 31 de maio.

O advogado de Jamil Name, Tiago Bunning se mostrou indignado com a posição do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) em se posicionar contrariamente a prisão domiciliar e solicitar que Name volte para a penitenciária após receber alta.

"É desumana a posição do Ministério Público. Se depender do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Jamil será enterrado com algemas", alegou.

Bunning informou que o quadro de saúde de Name é grave. Ele se enquadra no grupo de risco por ser idoso e possuir comorbidades, e mesmo já imunizado com as duas doses da vacina Coronavac, segue intubado na UTI do hospital em Mossoró.

A família agora aguarda estabilização de Name e disponibilização de uma vaga em UTI de Mato Grosso do Sul para que seja feita a transferência, que deverá ser autorizada antecipadamente pela Justiça.

“No momento a prioridade é a estabilização do estado de saúde, o quadro clínico é grave. Neste ambiente é inimaginável cogitar que Jamil retorne a prisão após a alta hospitalar".

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