Eduardo Miranda
Para eleitores portadores de deficiência, a eleição transcorre normalmente. Alguns locais, como o Instituto Sul-Mato-Grossense para Cegos Florivaldo Vargas (Ismac), concentrou o atendimento dos que têm dificuldade para enxergar, e também de portadores de outras deficiências.
“Foi o meu primeiro voto. Muito tranquilo, fácil e importante”, disse o estudante Lucas Zeferino Chaves, 19 anos, que tem dificuldade para se locomover.
No Colégio Osvaldo Cruz, no centro da cidade, um acesso especial para os deficientes foi disponibilizado. O objetivo é evitar que os portadores de necessidades especiais passem pelas escadas da escola construída no início do século passado.
O Tribunal Regional Eleitoral disponibilizou 442 seções para atendimento especial para deficientes visuais. Nelas as urnas eletrônicas são dotadas de fones de ouvido. O mesmo órgão recebeu, ao longo deste ano, menos de dez pedidos de atendimento para eleitores com dificuldade de locomoção.