A Câmara Municipal de Campo Grande sentiu ontem a pressão do Ministério Público Estadual (MPE) para fiscalizar os atos do prefeito Alcides Bernal (PP). Na reunião com os vereadores da Comissão de Saúde, o corregedor-geral do MPE, procurador Mauri Valentim Riciotti, cobrou posição firme deles para exercer na plenitude o papel constitucional de acompanhar os atos do Poder Executivo e adotar medidas para responsabilizar o prefeito ou secretários por irregularidades na administração.
A orientação de Mauri aos promotores é para cobrar firme os vereadores a fiscalizar os atos do Executivo, sob pena de serem responsabilizados por improbidade administrativa por omissão. O corregedor considera essencial esse papel do Legislativo para fortalecer a democracia e cumprir o que manda a Constituição.
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