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Brasileiros confiam mais em Mandetta do que em Bolsonaro

Brasileiros confiam mais em Mandetta do que em Bolsonaro
13/04/2020 12:26 - Da Redação


O Instituto Paraná de Pesquisa avaliou o que os brasileiros estão pensando na relação entre Bolsonaro e o ministro Mandetta no meio da crise provocado pelo Coranavírus ou Covid-19.

Na avaliação de 57,6% dos entrevistados, as orientações de Mandetta são mais confiáveis pelos entrevistados, já o Presidente Bolsonaro tem a confiança de 37,5% dos entrevistados e os que não opinaram são 4,9%. 

Já quando perguntado se a conduta do Presidente Bolsonaro está sendo adequada, 56,2% dos entrevistados opinaram que não conduz de forma adequada e outros 38,7% disseram reconhecem que é a forma mais assertiva.

Quando é feita a mesma pergunta sobre o ministro Mandetta, 65,7% responderam que a conduta é adequada, já aqueles que não aprovam são 28,7% dos entrevistados e 5,6% não opinaram. 

O Paraná de Pesquisa ouviu 2.372 brasileiros nos 26 esdos e no Distrito Federal entre os dias 6 e 7 de abril. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. As entrevistas foram realizadas de forma online para não ter contato com os entrevistados.  

Repercussão: 

Reportagem publicada pelo jornal O Globo informava que o ministro da Saúde, o sul-mato-grossense Luiz Henrique Mandetta, médico e ex-deputado federal pelo DEM, seria demitido até o fim da tarde da última segunda-feira (6) do Ministério da Saúde. Conforme o jornal, o ato oficial da exoneração estaria sendo redigido pelo Palácio do Planalto, e seria publicado até o final da tarde do dia (6).

Um dos generais de confiança do Presidente Bolsonaro convenceu o presidente a não demitir o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, Braga Netto agiu na terça-feira (7) para baixar a temperatura do atrito.

 

Clique aqui para visualizar a pesquisa completa

 

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!