Política

POLÍTICA & SAÚDE

Delcídio deixa hospital e exalta profissionais de saúde:"heróis"

Ex-senador, com Covid-19 e dengue, ficou três dias internado

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Depois de três dias internado no Hospital Cassems, em Campo Grande, o ex-senador Delcídio Amaral (PTB) teve alta e voltou para casa, conforme ele mesmo publicou em suas redes sociais.  

Delcídio está no 11º dia de diagnóstico positivo para Covid-19, e quando chegou ao hospital, na noite de quarta-feira (22), também foi diagnosticado com dengue.  

O ex-senador procurou o hospital da Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul (Cassems) depois de relatar cansaço e perda de peso.  

Na manhã deste sábado, Delcídio Amaral demonstrou melhoras, e teve alta. Ao deixar o hospital, agradeceu os profissionais da saúde, aos quais chamou de “heróis”.  

“Agradeço também, de coração, a todos que torceram por mim enviando boas energias nas mensagens e orações pelo meu restabelecimento.

Minha solidariedade, em especial, às mais de 85.000 famílias que choram pela perda dos seus entes queridos”, disse Delcídio.

Veja parte da publicação do ex-senador:

 

“Voltando pra casa e ficar com a minha família mas continuando o tratamento e os cuidados necessários, com paciência.

Como diz o Papa Francisco num post hoje: “O verdadeiro peregrino é capaz de ir no ritmo da pessoa mais lenta. E Jesus é capaz disso. Jesus é nosso companheiro de peregrinação. Não acelera o ritmo, respeita a nossa situação. É o Senhor da paciência”.

Ouvi de um amigo que também passou pela covid-19: “É como andar a cavalo! Se quiser chegar, tem que ir devagar”

Cuidem-se e fiquem com Deus!”

 

ABSOLVIDO

Desde que teve seu mandato de senador cassado, em 2016, Delcídio retomou as atividades em suas empresas e propriedades rurais da família. O ex-senador também tentou voltar ao Senado em 2018, concorrendo pelo PTC, mas não conseguiu eleger-se.

No ano passado, filiou-se ao PTB, e desde então, mantém mistério sobre sua participação nas eleições deste ano, ou na de 2022.  

Também em 2019, Delcídio Amaral foi absolvido, por falta de provas, da acusação de tentar atrapalhar as delações de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras. Foram estas acusações, que levaram à cassação de seu mandato no Senado.

REVIRAVOLTA POLÍTICA

Candidatos da base de Riedel decidem trocar de legendas no apagar das luzes

Geraldo Resende foi para o União Brasil e os ex-secretários Rocha, Viviane e Verruck foram para o PSDB e para o Republicanos

02/04/2026 13h19

O deputado federal Geraldo Resende e os ex-secretários Eduardo Rocha, Viviane Luiza e Jaime Elias Verruck

O deputado federal Geraldo Resende e os ex-secretários Eduardo Rocha, Viviane Luiza e Jaime Elias Verruck Montagem

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As últimas 24 horas foram movimentadas no meio político de Mato Grosso do Sul com trocas partidárias inesperadas e que envolveram o deputado federal Geraldo Resende, o ex-secretário estadual da Casal Civil, Eduardo Rocha, a ex-secretária estadual de Cidadania, Viviane Luiza, e o ex-secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Elias Verruck.

No caso de Geraldo Resende, depois que os ex-colegas de PSDB, os deputados federais Beto Pereira e Dagoberto Nogueira, ingressaram, respectivamente, no Republicanos e PP, ele alinhou a filiação no União Brasil, enquanto Eduardo Rocha deixou o MDB para fechar com os tucanos, assim como Viviane Luiza saiu do PP para ir para o PSDB e Jaime Verruck acertou a entrada no Republicanos.

O Correio do Estado apurou que Geraldo Resende acertou a filiação ao União Brasil diretamente com o presidente nacional da sigla, Antônio Rueda, que chegou a bater de frente com a direção estadual do PP, pois a chapa para a Câmara dos Deputados da Federação Partidária União Progressista já estaria fechada.

Entretanto, como Antônio Rueda fez questão do ingresso de Geraldo Resende no União Brasil, a federação partidária teve de recuar e aceitar a filiação do deputado federal, o que provocou de imediato a desistência de Jaime Verruck de entrar no PP para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados.

Sabendo das dificuldades que enfrentariam para serem eleitos, Viviane e Verruck desistiram, na última hora, de ficar no PP, no caso dela, e de ingressar no partido, no caso dele. A ex-secretária se fiilou ontem ao PSDB, se tornando o nome mais forte na chapa, e o ex-secretário está viabilizando a filiação no Republicanos, onde o nome mais forte para conquistar uma vaga na Câmara dos Deputados é o deputado federal Beto Pereira, enquanto na federação partidária teria, além de Geraldo Resende, a ex-deputada federal Rose Modesto e os deputados federais Dr. Luiz Ovando e Dagoberto Nogueira, entre outros.

Procurado pela reportagem, Geraldo Resende limitou-se a dizer que a filiação ao União Brasil era o cumprimento de um acordo. “Dei a minha palavra ao presidente Rueda que me filiaria ao União Brasil e estou cumprido a promessa”, afirmou.
Por sua vez, Rose Modesto, que é a presidente estadual do União Brasil, confirmou a chegada do parlamentar e projetou uma chapa muito forte para a Câmara dos Deputados. 

“Acredito que possamos fazer três deputados federais”, projetou, referindo-se a ela, aos deputados federais Geraldo, Dr. Luiz Ovando e Dagoberto Nogueira, ao empresário fronteiriço Carlos Bernardo e ao deputado estadual Roberto Hashioka.

O Correio do Estado também procurou Viviane Luiza e Jaime Verruck para que eles comentassem a troca de partido. “Estou com o coração tranquilo e leve. Venho de uma origem simples em que a educação foi o caminho. O PSDB tem na sua história a democracia, e isso me fortalece”, falou a ex-secretária.

Já o ex-secretário preferiu não comentar. “Estou em São Paulo [SP] em uma agenda particular e somente amanhã [hoje] vou definir sobre qual partido vou me filiar”, comentou.

MDB

Já no caso de Eduardo Rocha, mesmo depois de uma reunião tensa realizada na semana passada, entre lideranças emedebistas e representantes da aliança voltada à reeleição do governador Eduardo Riedel (PP), batendo o martelo para que o ex-secretário estadual permanecesse nas hostes emedebistas, ele decidiu bater asas para o ninho tucano e disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems).

A reportagem tinha apurado que, depois que os deputados estaduais Marcio Fernandes e Renato Câmara anunciaram a troca do MDB pelo PL e Republicanos, respectivamente, os caciques emedebistas ficaram preocupados com a possibilidade de a legenda não ter uma chapa minimamente competitiva para brigar pelas cadeiras da Alems nas eleições de outubro e resolveram externar essa revolta com as lideranças da ampla aliança criada para a reeleição de Riedel.

Porém, no fim das contas, acabou pesando o fato de o ex-governador André Puccinelli ter sido o principal responsável pela movimentação para impedir a ex-ministra de Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, de concorrer ao Senado pelo MDB de Mato Grosso do Sul em razão da aproximação dela ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o que resultou na troca de partido e de estado pela ex-senadora.

O Correio do Estado obteve a informação de que Eduardo Rocha não poderia permanecer em uma legenda onde a esposa dele não era mais bem-vinda e, por isso, após 34 anos de MDB resolveu se filiar ao PSDB. “Chego para iniciar um projeto novo”, disse o ex-secretário à reportagem sem comentar os reais motivos de deixar a legenda na qual passou a maior parte da sua vida política.

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vaga de ministro

Presidência da República oficializa indicação de Jorge Messias ao STF

Documentação do chefe da AGU foi encaminhada ao Senado Federal

01/04/2026 23h00

Jorge Messias foi indicado por Lula para ocupar uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)

Jorge Messias foi indicado por Lula para ocupar uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Foto: José Cruz / Agência Brasil

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A Presidência da República informou ter feito a entrega, na tarde desta quarta-feira (1º), da documentação do advogado-geral da União, Jorge Messias, formalizando sua indicação à vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). 

A documentação era aguardada para dar sequência ao processo de análise do nome do advogado, que será agora apreciado pelo Senado Federal. 

O envio foi confirmado pela Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil.

A indicação oficial ocorre pouco mais de quatro meses após o anúncio do nome pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 20 de novembro do ano passado. 

A escolha do indicado é uma prerrogativa constitucional exclusiva do presidente da República. 

Para tomar posse, no entanto, Messias precisará passar por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) e ter o nome aprovado em votação tanto no colegiado quanto no plenário da Casa.

A escolha da relatoria e a definição das datas da sabatina e da votação em plenário caberá agora ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Messias foi indicado para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada da Corte e deixou o tribunal em outubro de 2025. 

Nesta terça-feira (31), um dia antes de ter a documentação enviada, o chefe da AGU enviou uma declaração sobre o diálogo com os senadores para ter seu nome aprovado.

"Continuarei meu empenho pela pacificação e estabilidade. Como profissional do Direito, sempre valorizei o diálogo e a conciliação como as melhores maneiras de resolver conflitos. Reafirmarei meu compromisso com essas credenciais", afirmou.

Messias tem 45 anos de idade e poderá ficar no Supremo pelos próximos 30 anos, quando completará 75 anos, idade para aposentadoria compulsória. 

Jorge Messias está no comando da AGU desde 1° de janeiro de 2023, início do terceiro mandato de Lula.

Nascido no Recife, o futuro ministro é procurador concursado da Fazenda Nacional desde 2007. É formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE) e tem os títulos de mestre e doutor pela Universidade de Brasília (UnB).

Durante o governo da presidente Dilma Rousseff, Messias foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República. O setor é responsável pelo assessoramento direto do presidente da República.

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