Política

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Em Corumbá, Bolsonaro elogia Tereza Cristina e diz que radar ajudará PF contra tráfico

Governador lembrou do "capacete de guavira" e agradeceu apoio no Pantanal

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, destacou o desempenho da ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM), durante evento de inauguração de um radar em Corumbá, na manhã desta segunda-feira (18).

“O agronegócio é a locomotiva da nossa economia. Temos a melhor ministra que Mato Grosso do Sul nos deu e batemos recordes de exportação”, disse durante discurso.

O sistema de radar da Força Aérea Brasileira (FAB), que fecha o cerco a traficantes de droga que usam pequenos aviões, deve reforçar outras corporações.

“Isso ajudará a PF [Polícia Federal] e a PRF [Polícia Rodoviária Federal] a continuar batendo recordes de apreensões de armamentos”, afirmou o presidente.

DISCURSO

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) discursou antes e agradeceu o apoio do Ministério da Defesa no combate às queimadas no Pantanal.

“Vivenciamos a maior seca dos últimos 30 anos. E o Ministério da Defesa foi nosso parceiro para atacar os focos de incêndios”, lembrou.

Ele elogiou o novo sistema de radar e citou as apreensões recorde de drogas pelas forças de segurança do Estado.

“Quem protege as fronteiras, protege o Brasil. Assim continuaremos batendo recordes. 467 toneladas de drogas foram apreendidas este ano”, disse.

Ao passar a palavra para o presidente, o governador recebeu elogios após lembrar uma história dos tempos de serviço do então tenente em Nioaque.

“O capacete de guavira era a menor das punições entre os colegas. Mas não vou dar ao governador. Foi meu ex-colega de Câmara [dos Deputados], de quem tenho gratas recordações”, afirmou Bolsonaro.

LDO 2027

Gerson aponta equilíbrio fiscal e destaca R$ 2,5 bilhões em investimentos para 2027

Presidente afirma que equilíbrio fiscal, crescimento da arrecadação e ambiente favorável aos investimentos garantem desenvolvimento econômico

18/06/2026 14h14

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Gerson Claro (PP)

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Gerson Claro (PP) Luciana Nassar/ALEMS

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A projeção orçamentária de Mato Grosso do Sul para 2027 reforça um cenário de crescimento econômico aliado ao equilíbrio das contas públicas. A avaliação é do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), Gerson Claro, ao analisar os números da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estima receita e despesa total de R$ 27,99 bilhões para o próximo exercício.

Segundo o parlamentar, os indicadores demonstram que o Estado consolidou uma base fiscal sólida, capaz de sustentar o desenvolvimento econômico, ampliar investimentos e fortalecer os serviços públicos sem a necessidade de elevar a carga tributária.

“Mato Grosso do Sul construiu um ambiente de segurança fiscal baseado na responsabilidade com os recursos públicos. Hoje o Estado tem capacidade de investir, manter serviços essenciais e continuar crescendo sem aumentar a carga tributária sobre o cidadão”, afirmou.

Entre os dados destacados está a projeção da Receita Corrente Líquida (RCL), que deve alcançar R$ 23,44 bilhões em 2027 e ultrapassar R$ 25 bilhões em 2029. Para Gerson Claro, o crescimento reflete a expansão da economia estadual e a capacidade de transformar desenvolvimento econômico em arrecadação.

“Mato Grosso do Sul vem ampliando sua arrecadação por meio do crescimento econômico, da atração de investimentos e da boa administração dos recursos públicos. Isso permite ao Estado avançar sem recorrer ao aumento de impostos”, ressaltou.

Outro ponto citado pelo presidente da ALEMS é a manutenção da alíquota modal do ICMS em 17%, considerada uma das menores do país. Na avaliação dele, a medida contribui para a atração de empresas, estimula a geração de empregos e fortalece a atividade econômica em diferentes regiões do Estado.

Gerson também atribui os resultados projetados na LDO ao ambiente institucional construído nos últimos anos, marcado pela estabilidade política, diálogo entre os Poderes e segurança jurídica para investidores.

“O tripé formado pelo compromisso com o equilíbrio fiscal, a pacificação institucional e a segurança jurídica foi determinante para que Mato Grosso do Sul atraísse mais de R$ 100 bilhões em investimentos privados. Esse conjunto de fatores criou um ambiente de confiança que impulsiona a instalação de novas empresas, fortalece a atividade econômica e gera emprego e renda para a população”, destacou.

De acordo com o deputado, a previsibilidade e a confiança institucional têm colocado Mato Grosso do Sul em posição de destaque no cenário nacional, ampliando a competitividade do Estado e fortalecendo sua capacidade de atrair novos empreendimentos.

“Quando o Estado transmite confiança e oferece segurança para quem investe, os resultados aparecem. É isso que estamos vendo em Mato Grosso do Sul, com a chegada de novos investimentos, geração de oportunidades e crescimento econômico consistente”, afirmou.

A capacidade de investimento prevista para os próximos anos é apontada como um dos principais destaques da LDO. Em 2027, o Estado deverá aplicar R$ 2,54 bilhões em obras de infraestrutura, aquisição de equipamentos e ampliação dos serviços públicos, com perspectiva de crescimento gradual até 2029.

Para Gerson Claro, o volume de recursos demonstra que a gestão fiscal equilibrada gera impactos diretos na qualidade de vida da população.

“Investir mais de R$ 2,5 bilhões e, ao mesmo tempo, manter as contas organizadas é resultado de planejamento, responsabilidade e visão de futuro. Esses recursos chegam aos municípios em forma de obras, melhorias na infraestrutura, avanços na saúde, na educação e ações que fortalecem o desenvolvimento regional”, afirmou.

O parlamentar observou ainda que a capacidade de investimento será importante para enfrentar os desafios decorrentes da transição da reforma tributária, cujos efeitos mais expressivos sobre a arrecadação dos estados devem ocorrer a partir de 2029.

Outro indicador ressaltado por ele é o controle das despesas com pessoal. A previsão para 2027 é de gastos de R$ 10,23 bilhões com servidores e encargos sociais, valor correspondente a 43,62% da Receita Corrente Líquida.

“O Estado mantém os gastos com pessoal dentro dos limites legais e em patamar compatível com sua capacidade financeira. Isso garante segurança para as contas públicas, permite valorizar os servidores e preserva espaço para novos investimentos”, declarou.

A proposta da LDO também projeta crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, que deve atingir R$ 267,7 bilhões em 2027 e chegar a R$ 310,7 bilhões em 2029.

Para o presidente da Assembleia Legislativa, os números indicam que Mato Grosso do Sul reúne condições para continuar expandindo sua economia, fortalecendo a infraestrutura e ampliando oportunidades para a população.

“Os números da LDO mostram que Mato Grosso do Sul está preparado para continuar crescendo. Temos uma economia forte, investimentos chegando aos municípios, obras em andamento e um ambiente favorável para quem quer produzir, empreender e gerar empregos. O desafio agora é manter esse ritmo de desenvolvimento com planejamento e responsabilidade”, concluiu Gerson Claro.
 

Eleições 2026

Riedel mantém liderança e ainda pode ser reeleito no primeiro turno, diz pesquisa

Levantamento IPR/Correio do Estado foi feito em 21 cidades, que representam 68% do total da população sul-mato-grossense

18/06/2026 08h00

Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O governador Eduardo Riedel (PP) segue na liderança da corrida pela administração do Estado e mantém desempenho que o colocaria, neste momento, em condições de conquistar a reeleição já no primeiro turno das eleições, conforme pesquisa de intenções de votos contratada pelo Correio do Estado e realizada pelo Instituto de Pesquisa Resultado (IPR).

Realizado no período de 9 a 13 de junho deste ano e registrado sob os números BR-00547/2026 e MS-02355/2026, o levantamento estimulado, quando são apresentadas aos entrevistados as opções com os nomes dos candidatos, indica vantagem confortável de Riedel sobre os possíveis concorrentes, reforçando o cenário favorável ao atual governador a pouco mais de três meses do início oficial da campanha eleitoral.

De acordo com a pesquisa, Riedel alcançou 46,18% das intenções de voto, enquanto bem atrás aparecem o ex-deputado federal Fábio Trad (PT), com 15,31%, o deputado estadual João Henrique Catan (Novo), com 7,53%, Renato Gomes (DC), com 4,72%, Jefferson Bezerra (Agir), com 1,28%, e Lucien Rezende (Psol), com 1,15%.

Dos entrevistados, 10,71% não votariam em nenhum deles, 1,66% afirmou que votará em branco ou nulo e 10,84% não souberam ou não quiseram responder.

Com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3,5 pontos porcentuais para mais ou para menos, a pesquisa IPR/Correio do Estado ouviu 784 pessoas com 16 anos ou mais de idade, distribuídas pelos municípios de Amambai, Aquidauana, Anastácio, Campo Grande, Sidrolândia, São Gabriel do Oeste, Corumbá, Coxim, Dourados, Maracaju, Rio Brilhante, Bonito, Jardim, Naviraí, Mundo Novo, Nova Andradina, Paranaíba, Chapadão do Sul, Cassilândia, Ponta Porã e Três Lagoas.

Essas 21 localidades representam 68% do total de 1,8 milhão de eleitores de MS, ou seja, 1,2 milhão. Ao ser realizado nesses municípios, o levantamento cobre a maior parte da capacidade eleitoral do Estado, oferecendo uma fotografia extremamente fiel do cenário real, já que os pequenos municípios têm baixo peso estatístico.

ESPONTÂNEA

Na pesquisa espontânea, quando é feita a pergunta aos entrevistados e não é dada nenhuma alternativa para resposta, a liderança também continua com Riedel, com 11,48%, seguido por Fábio, com 1,66%, e Catan, com 0,64%.

O ex-governador André Puccinelli (MDB) e o ex-deputado estadual Capitão Contar (PL) aparecem empatados, com 0,13% cada um. Dos entrevistados, 85,97% não souberam ou não quiseram responder.

REJEIÇÃO

A pesquisa IPR/Correio do Estado também levantou a rejeição dos candidatos, e Fábio aparece na frente, com 29,08%, seguido por Catan, com 8,55%, Riedel, com 8,04%, Renato, com 5,74%, Lucien, com 3,06%, e Jefferson, com 2,42%.

Dos entrevistados, 24,74% não rejeitam ninguém, 11,22% rejeitam todos, 1,15% disse que votaria em branco ou nulo e 5,99% não souberam ou não quiseram responder.

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