Política

CRISE

Primeiro-ministro da Ucrânia pede demissão

Primeiro-ministro da Ucrânia pede demissão

AGÊNCIA BRASIL

28/01/2014 - 13h45
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O primeiro-ministro ucraniano, Mykola Azarov, pediu demissão hoje (28) do cargo, em uma tentativa de aliviar a crise enfrentada há dois meses pelo país, onde as autoridades não conseguem parar as manifestações contra o governo.

“Tomei uma decisão pessoal de pedir ao presidente que aceite a minha demissão do cargo de primeiro-ministro, com o objetivo de criar uma possibilidade adicional para um compromisso político de resolução dos conflitos de forma pacífica”, disse Azarov em comunicado.

Ele acrescentou que o governo “tem feito o possível, durante o impasse, para a resolução dos conflitos”, e que seu gabinete foi forçado a trabalhar em condições extremas.

“Hoje, a coisa mais importante é preservar a unidade e a integridade da Ucrânia. Isso é muito mais importante do que qualquer plano ou ambições pessoais. Foi por isso que tomei esta decisão”, considerou.

Na sessão especial do Parlamento, hoje em Kiev, devem ser debatidas formas de acabar com a crise, incluindo o fim das leis severas contra as manifestações e que inflamaram a oposição.

Azqrov assumiu o cargo no governo ucraniano em março de 2010 e, em 13 de dezembro de 2012, foi confirmado pelo novo Parlamento eleito.

As manifestações, iniciadas há mais de dois meses pela recusa do governo de assinar acordo de parceria com a União Europeia, se transformaram, há dez dias, em violentos confrontos que causaram três mortos, segundo as autoridades, e seis segundo a oposição, além de centenas de feridos.

Com informações da Agência Lusa*

Declaração

Escala 6x1: Posso apresentar o relatório entre 20 e 22 de maio, diz Leo Prates

Declarações ocorreram nesta quarta-feira, 29, após ter tomado posse da relatoria na Câmara.

29/04/2026 21h00

Foto: Divulgação

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O relator da comissão especial sobre as propostas que dão fim à escala 6x1, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), declarou que pretende apresentar o seu parecer ao colegiado entre os dias 20 e 22 de maio.

As declarações ocorreram nesta quarta-feira, 29, após ter tomado posse da relatoria na Câmara. O presidente do colegiado é o deputado Alencar Santana (PT-SP).

O relator disse que vai apresentar o seu plano de trabalhos ao presidente Hugo Motta (Republicanos-BA) na próxima segunda-feira, 4. A votação do plano deve ter na terça-feira, 5

"Eu posso apresentar o relatório na comissão especial entre 20 e 22 (de maio)", declarou Prates. Segundo ele, a expectativa é de que a votação ocorra na semana seguinte.

Em entrevista à imprensa, Prates reiterou que produzirá um "texto médio do pensamento da Casa" e que trabalhará "com equilíbrio e conversando com setor produtivo".

"O que nós pudermos, dentro da meta, que é acabar com a escala 6x1, fazer para mitigar os efeitos econômicos, nós faremos, dentro de rearranjos econômicos", disse.

Prates acrescentou: "Inclusive, eu já conversei com o presidente Alencar, com o presidente Hugo Motta, sobre algumas coisas que a gente voluntariamente possa fazer, que possa preparar o Brasil para a escala ideal, que é a 4x3".

De acordo com o presidente da Câmara, a expectativa é de que a comissão e o plenário realizem a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) até o fim de maio. Em seguida, o Senado deverá analisar a matéria.

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Pedido

Trump pede que Netanyahu realize apenas ataques 'cirúrgicos' no Líbano

Cessar-fogo que Trump ajudou a intermediar no Líbano está sendo cumprido apenas parcialmente

29/04/2026 19h00

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Foto: Divulgação

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O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que Israel deveria realizar apenas ações militares "cirúrgicas" no Líbano e evitar uma retomada total da guerra, afirmou o republicano à Axios em uma entrevista por telefone nesta quarta, 29.

O cessar-fogo que Trump ajudou a intermediar no Líbano está sendo cumprido apenas parcialmente, e autoridades tanto em Israel quanto no Líbano temem que ele entre em colapso por completo ainda antes de expirar em meados de maio. Também não houve progresso para lançar negociações de paz entre os países, apesar de o secretário de Estado americano, Marco Rubio, ter sediado duas reuniões com os respectivos embaixadores.

Segundo o israelense Channel 12, Trump pediu a Netanyahu que atuasse com mais cautela e não derrubasse prédios no Líbano, porque isso prejudicaria a imagem de Israel.

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