Política

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Secretários de cultura articulam ações na área

Secretários de cultura articulam ações na área

Redação

24/02/2010 - 07h02
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Os próximos meses serão fundamentais para o futuro da cultura no País. Esse ponto de vista foi destacado pelos participantes do Encontro de Secretários e Dirigentes de Cultura das Capitais, que começou ontem e prossegue hoje no Armazém Cultural, em Campo Grande. “Temos que articular a cultura nos programas dos candidatos na próxima eleição. Fora isso, há uma série de ações que teremos que desenvolver”, explica a presidente do Fórum Nacional dos Secretários de Cultura da Capital e secretária de Cultura do Rio de Janeiro, Jandira Fehgali. Para o coordenador-geral de Relações Federativas e Sociedade da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura e encarregado pelo Sistema Nacional de Cultura, João Roberto Peixe, que também participa do evento, a 2ª Conferência Nacional de Cultura, que acontecerá em Brasília entre os dias 11 e 14 março, será muito importante para mobilizar os envolvidos nas questões culturais. “É necessário consolidar o movimento em torno do assunto, já que o congresso tem projetos de lei e emenda esperando votação. Poderá ser feita grande mobilização. Mesmo sendo um ano díficil por causa da eleição, será muito importante todos participarem”, aponta Peixe. Fehgali diz que a cultura começa a ganhar o espaço devido na agenda governamental, mas ainda é preciso fazer muito. “No Fundo do Pré-Sal tem parcela para a cultura, quer dizer, o assunto começa a ganhar a importância necessária. Durante muito tempo a cultura foi vista somente como realizadora de shows e outros eventos ou, então, para fins eleitoreiros. Agora, o perfil realmente importante começa a ser compreendido e envolve o social e o econômico”, explica a secretária de Cultura do Rio de Janeiro. “A cultura sempre foi vista como apêndice e precisa ser vista como protagonista. Precisamos de parceiros nessa jornada”, enfatizou Athayde Nery, presidente da Fundação Municipal de Cultura (Fundac). Entre as novidades na área da cultura atualmente analisadas pelo Congresso, estão o repasse de 2% do orçamento nacional, 1,5% do estadual e 1% do municipal à cultura; à implantação do Sistema Nacional de Cultura e às alterações em torno da Lei do Direito Autoral. “Realizamos, em média, cinco encontros como esse anualmente, quando procuramos estreitar os contatos entre os secretários. Mas não fazemos somente nesses encontros específicos as reuniões. Por exemplo, nos próximos meses nos encontraremos no Fórum do Mercosul, no Rio de Janeiro”, explica Fehgali. A abertura do evento, ontem, contou com apresentações do grupo de dança Arara Azul e de índios da aldeia urbana de Campo Grande. Fazem parte da programação do encontro mesas-redondas e palestras. Há participação de representantes do Ministério da Cultura.

Alteração

Trump diz que pediu adiamento de cúpula com Xi Jinping por cerca de um mês

Viagem do americano à Pequim estava prevista para ocorrer entre os dias 31 de março e 2 de abril

16/03/2026 22h00

Presidente dos EUA, Donald Trump

Presidente dos EUA, Donald Trump Divulgação

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 16, que pediu para adiar por um mês ou mais a cúpula com o líder chinês Xi Jinping, alegando que precisa continuar em Washington devido à guerra no Oriente Médio. A viagem do americano à Pequim estava prevista para ocorrer entre os dias 31 de março e 2 de abril.

Trump reiterou críticas a ausência de apoio pela parte de Pequim na liberação do Estreito de Ormuz, trecho estratégico para o fluxo de petróleo mundial, e na resolução do conflito com o Irã no Oriente Médio. "Eles deveriam estar nos ajudando", disse ele em referência à China, Japão e Coreia do Sul.

Mais cedo, o chefe da Casa Branca disse que não está claro se a China se juntará aos esforços para ajudar a garantir a segurança do Estreito de Ormuz. "Gostaríamos de saber antes disso. Duas semanas é muito tempo".

O presidente americano diz ter convocado vários países, incluindo aliados dos EUA na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), a se juntarem ao que ele descreveu como um "esforço conjunto" mais amplo para reabrir o Estreito de Ormuz. O presidente disse que informará quais países estão ajudando os EUA "em breve".

Ele criticou a demora dos aliados dos Estados Unidos para entrar na guerra. Trump disse estar surpreso que outros países não estejam se mobilizando em relação ao Estreito de Ormuz e voltou a criticar o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, por resistir aos seus pedidos em relação à guerra no Irã.

"Disse a ele Starmer que não queremos seus porta-aviões", afirmou Trump.

Irã e Oriente Médio

Trump disse que o Irã usaria seu eventual armamento nuclear contra Israel e seus países vizinhos no Oriente Médio assim que estivesse pronto. Segundo o presidente, o conflito acabará "em breve", mas ainda é cedo para declarar o encerramento das ações militares nesta semana.

"Prestamos um serviço ao mundo, caso contrário, haveria uma guerra nuclear", afirmou, em comentários no Salão Oval em referência aos ataques ao Irã. "A única questão é se eles usariam bombas nucleares dentro de uma hora depois de obtê-las ou dentro de um dia. Eles explodiriam todo o Oriente Médio, não apenas Israel."

O chefe da Casa Branca também disse que ninguém imaginou que o Irã atacaria os países vizinhos, uma vez que eles são "nações neutras" e se dão bem com o regime persa. Trump disse que as forças militares americanas destruíram as fábricas de mísseis e que mais está por vir.

"Em algum momento, algo vai acontecer com os oleodutos na ilha de Kharg", ameaçou Trump, ao citar que só não os atacou ainda porque o reparo deles demoraria um tempo muito longo.
 

Discussão

Motta sobre regulação do trabalho por app: Devo receber representantes de plataformas

Pauta debate vínculo empregatício de trabalhadores com as empresas de aplicativos

16/03/2026 19h00

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira, 16, que receberá nesta semana representantes de plataformas digitais para discutir o projeto de regulamentação do vínculo empregatício de trabalhadores com as empresas de aplicativos.

A votação está prevista para abril. "Nós queremos fazer a construção equilibrada dessa proposta", declarou. "Eu devo, nesta semana, receber representantes das plataformas para tratar desse assunto", afirmou.

Motta também disse que, a pedido da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), pautará o projeto do marco legal do transporte público urbano. A matéria já foi aprovada pelo Senado.

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