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Saiba como transferir contatos entre iPhones e celulares com Android

Saiba como transferir contatos entre iPhones e celulares com Android

ig

20/03/2013 - 21h00
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Já se foi o tempo em que a agenda de papel era a companheira ideal para armazenar os contatos pessoais e profissionais. O volume de informações de cada contato é cada vez maior. Há alguns anos, só endereço e telefone fixo bastavam. Atualmente há e-mail, celular, contatos de mensageiros instantâneos e redes sociais.

Os smartphones atuais possuem aplicativos que armazenam essas informações. Mas, quando se troca de smartphone, principalmente para um modelo com outro sistema operacional, surge a tarefa de levar também seus contatos.

Felizmente, isso não é uma tarefa complicada quando a transferência é entre aparelhos com Android e iPhones, as duas plataformas mais usadas.

Método 1: Online

Tanto no Android quanto no iPhone, a melhor opção para lidar com contatos é usar os serviços online dos aparelhos. No caso do Android, todos os contatos são armazenados nos servidores do Google e podem ser acessados em www.google.com/contacts.

Qualquer contato criado ou editado neste endereço será automaticamente sincronizado no aparelho. Assim, caso troque para outro aparelho com Android, todos os contatos dos usuários serão migrados automaticamente.

A Apple oferece um serviço similar, o iCloud, acessado em www.icloud.com . Todos os contatos do iPhone são guardados nesse serviço e automaticamente migrados para um novo iPhone assim que o usuário faz o login com sua conta da Apple.

Ambos os sistemas, porém, não funcionam automaticamente com celulares de outras plataformas. Por isso, há alguns passos adicionais para transferir contatos de um celular Android para iPhone e vice-versa. Veja como fazer:

iPhone para Android

- Conecte seu iPhone ao computador e, no iTunes, selecione o ícone do seu iPhone. Na aba Info, acesse "Sincronizar contatos" e ative a opção Google Contacts.

- Surgirá uma tela em que você deve informar sua conta de Gmail e senha (é necessária uma conta do Google para usar o Google Contacts).

- Aguarde a sincronização. Agora, todos os contatos de seu iPhone estão no Google Contacts.

- Caso haja contatos duplicados, na tela principal do Google Contacts, clique no ícone "Mais" e depois em "Mesclar contatos" para eliminar contatos duplicados.

- Em seu novo aparelho Android, basta usar sua conta do Google (a mesma usada para transferir os contatos do iPhone). Os contatos do Google Contacts (inicialmente guardados no iPhone) serão enviados para o aparelho. 

Android para iPhone

O processo para migrar contatos de um aparelho Android para um iPhone é o mesmo.

Se você tem um aparelho Android, todos os seus contatos já estão no Google Contacts.

Ao ligar seu novo iPhone pela primeira vez, basta tocar no ícone de Ajustes e, na opção "Mail, Contatos, Calendário", escolher a conta do Gmail.

Os contatos serão transferidos para seu iPhone.

Método 2: Backup manual

Se, por alguma razão, você preferir não usar os serviços online do Android ou do iPhone para criar um backup de seus contatos, poderá pelo menos transferir os dados entre o chip da operadora e a memória interna do aparelho. Veja como fazer isso:

Android

- Acesse os contatos do aparelho;

- Toque no ícone que representa o menu desta função. Geralmente, se encontra no canto inferior esquerdo ou direito;

- Clique em "Importar/exportar";

Do chip para a memória

- Toque em "Importar do cartão SIM";

Do cartão de memória para o chip

- Toque em "Exportar para o cartão SIM";

- Marque "Selecionar Tudo";

- Toque em "Ok".

iOS

A Apple não fornece uma função nativa para transferir os contatos da memória do aparelho para o chip da operadora. Mas o inverso é possível. Para fazer isto, siga as instruções abaixo:

- Entre em "Ajustes";

- Toque em "Mail, Contatos, Calendário";

- Clique em "Importar Contatos SIM".

No iOS 5 ou superior, aparecerá também uma pergunta sobre o desejo de enviar os contatos também para o iCloud.

Celulares básicos

Celulares mais básicos não têm opções para sincronizar contatos com serviços online. Nestes casos, o jeito é acessar as configurações do aparelho e procurar a opção de transferir todos os contatos para o chip da operadora. Assim, os contatos ficam guardados no chip e, quando ele for inserido em um novo aparelho, estarão lá também.

PROTEÇÃO

Tem Iphone? Então você precisa fazer isso antes de levar em uma assistência técnica

O Modo de Reparo é um estado especial do iOS que permite que técnicos autorizados realizem diagnósticos e reparos no seu iPhone

09/02/2026 08h15

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Ao enviar seu iPhone para reparo, é crucial proteger seus dados pessoais. A Apple introduziu o Modo de Reparo (Repair State) no iOS 17.5, uma funcionalidade que permite que o dispositivo seja reparado sem a necessidade de desativar o recurso Buscar (Find My) ou o Bloqueio de Ativação.

Isso garante que seu iPhone permaneça rastreável e seguro durante o processo de assistência.

O que é o modo de reparo?

O Modo de Reparo é um estado especial do iOS que permite que técnicos autorizados realizem diagnósticos e reparos no seu iPhone, mantendo o Bloqueio de Ativação ativo. Isso significa que, mesmo que o dispositivo esteja nas mãos de um técnico, ele ainda estará vinculado ao seu ID Apple, impedindo o uso não autorizado.

Como ativar o modo de reparo (iOS 17.5 ou superior)

Siga os passos abaixo para ativar o Modo de Reparo no seu iPhone:

  1. Abra o aplicativo Buscar (Find My): Localize e toque no ícone do aplicativo Buscar na sua tela inicial.
  2. Acesse a aba "Dispositivos": Na parte inferior da tela, toque na aba "Dispositivos".
  3. Selecione o seu iPhone: Na lista de dispositivos, toque no iPhone que você deseja enviar para reparo.
  4. Toque em "Remover Este Dispositivo": Role a tela para baixo e toque na opção "Remover Este Dispositivo".
  5. Confirme a preparação para reparo: Uma mensagem aparecerá informando que o dispositivo não pode ser removido e perguntando se você deseja prepará-lo para reparo. Toque em "Continuar".
  6. Aguarde a ativação: Seu iPhone entrará no Modo de Reparo. Ele permanecerá visível no aplicativo Buscar e com o Bloqueio de Ativação ativado.
Feito por Denis Felipe com IA

Considerações Importantes

  • Não ative sem necessidade: O Modo de Reparo deve ser ativado apenas quando você realmente for enviar o iPhone para assistência. A desativação desse modo geralmente é feita pela própria assistência técnica após a conclusão do reparo.
  • Versão do iOS: Certifique-se de que seu iPhone esteja executando o iOS 17.5 ou uma versão posterior para ter acesso a este recurso.
  • Proteção de Dispositivo Roubado: Se você tiver a "Proteção de Dispositivo Roubado" ativada, pode haver um atraso de segurança de uma hora ao tentar desativar o Buscar ou outras configurações sensíveis, caso você não esteja em um local familiar. Certifique-se de estar em um local familiar ou desative temporariamente a Proteção de Dispositivo Roubado antes de ativar o Modo de Reparo, se necessário. No entanto, o Modo de Reparo foi projetado para funcionar com o Buscar ativado, então a desativação do Buscar não é necessária para o Modo de Reparo em si.

Recomendações Adicionais antes de Levar para a Assistência Técnica

Mesmo com o Modo de Reparo, é sempre bom tomar precauções adicionais:

  • Faça backup completo: Realize um backup completo do seu iPhone no iCloud ou no seu computador (Mac ou PC) para garantir que todos os seus dados estejam seguros.
  • Tenha a senha do ID Apple: Anote ou tenha fácil acesso à sua senha do ID Apple, pois ela pode ser necessária para o processo de reparo ou para reconfigurar o dispositivo após o retorno.
  • Remova cartões do Apple Pay: Por segurança, remova todos os cartões de crédito e débito associados ao Apple Pay.
  • Retire acessórios: Remova capas, películas protetoras e quaisquer outros acessórios do seu iPhone.

Tecnologia

Meta diz ao Cade que chatbots de IA se aproveitam do WhatsApp Business para uso não previsto

A Meta lembrou que a integração de funcionalidades de IA a aplicativos está alinhada a uma tendência observada em diversos setores, na qual provedores vêm incorporando recursos de IA a serviços já existentes

02/02/2026 22h00

META/DIVULGAÇÃO

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A Meta disse ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que, ao utilizarem a API do WhatsApp Business, os Chatbots de inteligência artificial (IA) se aproveitaram da ausência de vedação expressa nos termos originais para criar e registrar suas próprias contas de "empresa", como se os usuários estivessem interagindo com uma empresa (como um prestador de serviços), quando, na realidade, estavam se comunicando com um Chatbot de IA.

"Esse tipo de interação, conforme mencionado, não foi previsto nem pretendido pela Meta quando do desenvolvimento da API", disse a empresa em manifestação apresentada ao órgão de defesa da concorrência na última sexta-feira, 30. API é a sigla, em inglês, para "Interface de Programação de Aplicações", conjunto de regras e protocolos que permite a integração de serviços entre aplicativos.

A Meta lembrou que a integração de funcionalidades de IA a aplicativos está alinhada a uma tendência observada em diversos setores, na qual provedores vêm incorporando recursos de IA a serviços já existentes, como parte de uma mudança estrutural na forma como serviços digitais são ofertados aos usuários.

A manifestação da Meta é em resposta a um questionário enviado pela Superintendência-Geral (SG) do Cade, que, no mês passado, abriu um inquérito administrativo contra a Meta. Na ocasião, a SG também determinou medida preventiva para impedir a vigência dos novos termos de uso do WhatsApp para inteligência artificial (IA) até que o Cade avaliasse os indícios de infração à ordem econômica e ponderasse os argumentos e teses de defesa apresentados pela Meta, dona do serviço de mensagens.

A área técnica do Cade justificou que era necessário apurar se a Meta estaria abusando de sua posição dominante para favorecer sua própria inteligência artificial (Meta AI) e excluir concorrentes. No entanto, dias depois, a Justiça Federal do Distrito Federal suspendeu a medida preventiva do Cade, permitindo à empresa aplicar os novos termos de uso do WhatsApp para IA. Em nota, a empresa disse ter recebido a decisão "com satisfação". "Os fatos não justificam uma intervenção no Brasil nem em qualquer outro lugar", defendeu.

O que a Meta disse ao Cade

O documento apresentado ao Cade possui informações de acesso restrito apenas ao Cade e às representadas, por conterem segredos comerciais e dados sigilosos.

Na versão pública, a empresa informou que os AI Providers serão afetados pelas mudanças nos termos acessaram a API do WhatsApp Business por meio do processo regular de cadastro aplicável a usuários empresariais, isto é, mediante a criação de uma conta no Meta Business Manager e o fornecimento das informações necessárias para a verificação da conta, seguidos da criação de uma conta no WhatsApp Business e do registro de um número de telefone vinculado à API.

A Meta também destacou que a indústria de IA ainda se encontra em estágio incipiente e atualmente o setor tem explorado quais casos de uso, formatos e modelos de negócios geram maior aderência junto aos consumidores, com ênfase na experimentação de funcionalidades baseadas em IA integradas a aplicações. "Nesse ambiente dinâmico, concorrentes lançam continuamente novas funcionalidades em navegadores, aplicativos, suítes de produtividade e mecanismos de busca."

Como exemplo, foi citado o lançamento, pela OpenAI, de novos recursos para expandir sua atuação em serviços de mensagens, incluindo a implementação de conversas em grupo. "Esse processo contínuo de experimentação, integração e inovação caracteriza a forma como os desenvolvedores de IA competem atualmente. Para o WhatsApp, a adoção dessas ferramentas é fundamental para manter a plataforma na vanguarda da inovação centrada no usuário, proporcionando melhorias relevantes sem comprometer a simplicidade e a confiabilidade valorizadas pelos usuários."

Por outro lado, a Meta disse entender que Chatbots de IA operados por terceiros "não constituem parte inerente da experiência do usuário no WhatsApp" e a empresa possui visibilidade limitada sobre os casos de uso específicos atendidos por esses Chatbots de IA no WhatsApp. A empresa sustentou que o WhatsApp é utilizado, predominantemente, como um canal adicional de distribuição para serviços que essas empresas já oferecem em outros ambientes.

Histórico

A investigação do órgão de defesa da concorrência no caso da Meta AI começou no fim de 2025, após uma denúncia das startups de chatbots Zapia e Luzia, que operam, principalmente, por meio do WhatsApp e Telegram. Elas alegam que os Novos Termos do WhatsApp (WhatsApp Business Solution Terms) irão banir da plataforma desenvolvedores e provedores de serviços e soluções de inteligência artificial generativa (AI Providers ou Desenvolvedores de IA), garantindo um monopólio artificial à Meta AI.

O WhatsApp sustenta que o surgimento de chatbots de IA na Business API coloca uma pressão sobre seus sistemas que eles não foram projetados para suportar. Na visão da empresa, a decisão original do Cade partiu do pressuposto de que o WhatsApp é, de alguma forma, uma "loja de apps". A gigante de tecnologia defende que as rotas de acesso ao mercado para empresas de IA são as próprias lojas de aplicativos, seus sites e parcerias com a indústria, não a plataforma do WhatsApp Business.

A discussão no Cade é sobre o uso exclusivo do chatbot da Meta, ou seja, se há uma justificativa técnica para a restrição - a chamada "regra da razão" (do inglês, rule of reason). Essa análise jurídica pondera os efeitos pró e anticompetitivos de uma conduta empresarial, em vez de presumir sua ilicitude.

Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou que a decisão judicial que suspendeu a medida preventiva não impede a análise do caso pelo Cade. Segundo fontes, o órgão deverá se debruçar sobre o processo ainda no primeiro semestre deste ano.

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