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Site ajuda a informar pessoas que elas têm mau hálito

Site ajuda a informar pessoas que elas têm mau hálito

Redação

17/09/2015 - 03h00
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O mau hálito, conhecido cientificamente como halitose, atinge 50 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Halitose (ABHA). Quase sempre, quem tem mau hálito não percebe, pois as células do nariz se acostumam com os cheiros após algum tempo, e as pessoas que sentem o cheiro, muitas vezes, ficam constrangidas em informar que a outra pessoa está com mau hálito. Para ajudar essas pessoas, a ABHA disponibilizou uma ferramenta para que amigos informem aos outros sobre problemas no hálito, o SOS Mau Hálito.
"Algumas pessoas acham constrangedor avisar a alguém que ela está com halitose, como se estivesse atestando que essa pessoa não tem uma boa higiene bucal, mas nem sempre é esse fator que leva a pessoa a ter mau hálito. Pela presença desse tabu que a ABHA desenvolveu esse sistema", explica a presidente da ABHA, Maria Cecília Aguiar, sobre o "SOS Mau Hálito".

Segundo a ABHA, a halitose pode ocorrer com pessoas de qualquer idade e tem mais de 60 causas, podendo se agravar com o uso de determinados medicamentos, consumo excessivo de alimentos ricos em enxofre, baixa produção ou qualidade inadequada de saliva.

"Diferente do que a maioria das pessoas pensa, mau hálito não é sinônimo de descuido com a higiene bucal. Cerca de 90% das causas têm origem na boca e, em alguns casos, pode ser sintoma de diabetes, deficiência hepática e renal, sendo classificada como halitose sistêmica. O primeiro passo para um tratamento eficiente e duradouro é o diagnóstico preciso", explica Maria Cecília.

Para identificação do problema, é feita consulta detalhada, com avaliação da história de saúde do paciente, exame clínico odontológico, avaliação da qualidade do hálito, através do olfato do profissional (teste organoléptico) e por aparelhos que medem a quantidade de enxofre exalada na respiração. Outro exame importante é a sialometria, uma avaliação da saliva que revela se a quantidade está de acordo com os padrões.

Com o objetivo de acabar tabus sobre o mau hálito e tirar dúvidas da população, a Associação Brasileira de Halitose promoverá até o dia 24 de setembro diversas palestras em 17 estados do país, com 54 membros da ABHA discutindo o tema "Mau hálito: você precisa estar informado". As explanações fazem parte das atividades do Dia Nacional de Combate ao Mau Hálito (22 de setembro).

Confira 12 dias para prevenir o mau hálito:

1. Visitar periodicamente o dentista para avaliação da saúde bucal.

2. Para higiene bucal rotineira, utilizar escova de dentes, creme dental, fio dental e limpador de língua.

3. A higienização bucal antes de dormir é a mais importante, pois durante o sono a produção de saliva diminui, o que favorece a multiplicação de bactérias e um maior acúmulo de resíduos na língua.

4. Alimentação a cada três/quatro horas, para evitar a queda dos níveis de glicose sanguínea e para estimular a produção de saliva.

5. Nos intervalos entre as refeições, ingerir quantidade adequada de líquidos (uma conta simples é 35ml de água para cada kg de peso, por dia), pois 99% da constituição da saliva é água. Não espere sentir sede para beber água, e sim transforme esse ato em hábito, em rotina.

6. Evitar refrigerantes ou bebidas alcoólicas, que acabam desidratando o organismo e comprometendo o hálito, bem como o consumo exagerado de cafés e outras bebidas ricas em cafeína.

7. Não fumar, pois o cigarro aumenta a descamação da mucosa oral, compromete a produção de saliva e predispõe a problemas gengivais.

8. Mastigar bem os alimentos, como exercício estimulador da saliva.

9. Consumir frutas cítricas e alimentos ricos em fibras, como granola, maçã e cenoura crua, que estimulam a salivação.

10. O uso de balas e sprays bucais não resolve o problema, apenas mascara o odor. Porém, o uso moderado de goma de mascar sem açúcar estimula a salivação, contribuindo para um bom hálito.

11. Evitar automedicação e o consumo desnecessário de medicamentos.

12. Estar em dia com a saúde geral, por meio de bons hábitos alimentares, atividades físicas rotineiras e avaliação médica periódica.

Tecnologia

Como criar uma logo profissional com IA e melhores ferramentas em 2026

09/02/2026 09h15

pexels maltelu 1981443

pexels maltelu 1981443 Foto de Malte Luk

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Durante muito tempo, criar uma identidade visual parecia algo distante para quem estava começando. Era preciso contratar um designer, esperar propostas e investir um valor considerável antes mesmo de validar o negócio.

Em 2026, esse cenário mudou de forma clara. Ferramentas baseadas em inteligência artificial permitem gerar logos consistentes em poucos minutos, com liberdade de edição e arquivos prontos para uso profissional. Isso não elimina o trabalho criativo, mas reduz bastante a barreira de entrada.

Este guia mostra, de forma direta, como sair da ideia para uma logo utilizável, mesmo sem experiência em design.

O que define uma logo realmente profissional hoje

Antes de abrir qualquer ferramenta, vale entender um ponto importante. Uma boa logo não depende apenas do desenho em si. Ela precisa funcionar em diferentes contextos e comunicar a essência da marca com clareza.

Algumas características costumam estar presentes em identidades visuais bem resolvidas:

  • Formas simples e fáceis de reconhecer
  • Boa leitura em tamanhos pequenos
  • Cores coerentes com o posicionamento da marca
  • Tipografia legível em digital e impresso
  • Versão funcional em preto e branco

Quando esses elementos estão equilibrados, a marca tende a durar mais tempo sem precisar de mudanças frequentes.

Passo 1: clareza sobre a identidade da marca

O erro mais comum não está na ferramenta escolhida, mas na falta de definição antes de começar. Sem clareza sobre público, proposta e tom de comunicação, qualquer logo pode parecer apenas “bonita”, mas não necessariamente adequada.

Antes de gerar a primeira opção, vale responder perguntas simples:

  • Qual problema o negócio resolve
  • Para quem ele existe
  • Que sensação a marca deve transmitir
  • Se o posicionamento é mais moderno, tradicional, técnico ou acessível

Essas respostas guiam toda a criação visual depois.

Passo 2: escolha do criador de logo com IA

Com a base definida, entra a ferramenta. Hoje existem várias opções de plataformas, como por exemplo um criador de logo, mas algumas se destacam pela consistência de resultados.

O Design.com costuma ser escolhido quando a prioridade é variedade visual combinada com rapidez de edição.
 

A biblioteca extensa de estilos ajuda quem ainda está explorando direções criativas, e os arquivos já saem preparados para diferentes usos da marca.

O BrandCrowd segue forte quando o objetivo é testar muitas possibilidades em pouco tempo. A quantidade de modelos disponíveis facilita encontrar caminhos visuais distintos sem começar do zero.

Outras plataformas também cumprem bem papéis específicos, principalmente para quem quer integração com materiais de marketing ou criação de site no mesmo ambiente. A melhor escolha depende mais do fluxo de trabalho desejado do que de uma única funcionalidade isolada.

Passo 3: gerar opções sem apego à primeira ideia

Um dos maiores benefícios da IA é permitir testar rapidamente. Por isso, prender-se à primeira logo quase sempre é um erro.

O ideal é gerar várias versões, comparar estilos diferentes e observar qual comunica melhor a proposta da marca. Às vezes, a melhor opção surge justamente de uma direção que não parecia óbvia no início.

Esse processo leva poucos minutos, mas faz muita diferença no resultado final.

Passo 4: ajustar detalhes que elevam a qualidade

Depois de escolher uma direção visual, começa a etapa que realmente transforma uma logo comum em algo mais consistente.

Alguns ajustes simples costumam melhorar bastante o resultado:

  • Reduzir elementos desnecessários
  • Testar combinações de cores mais equilibradas
  • Ajustar espaçamentos entre símbolo e texto
  • Verificar leitura em fundo claro e escuro

São mudanças pequenas, mas que aumentam a sensação de profissionalismo.

Passo 5: validar antes de considerar finalizado

Antes de baixar os arquivos finais, vale fazer um teste rápido. Imagine a logo aplicada em situações reais:

  • Foto de perfil de rede social
  • Cabeçalho de site
  • Cartão de visita
  • Documento em preto e branco

Se ela continua clara e reconhecível nesses cenários, é um bom sinal de que está pronta para uso.

Erros comuns ao criar logos com IA

Mesmo com ferramentas avançadas, alguns equívocos ainda aparecem com frequência:

  • Escolher designs muito complexos
  • Usar cores sem relação com o posicionamento
  • Ignorar legibilidade em tamanhos pequenos
  • Seguir tendências visuais passageiras
  • Finalizar rápido demais sem testar aplicações

Evitar esses pontos já coloca a marca em um nível acima da média.

Vale a pena usar IA para criar logo em 2026?

Para a maioria dos negócios em fase inicial, a resposta é sim. A inteligência artificial reduziu tempo, custo e complexidade do processo, permitindo chegar a resultados utilizáveis com rapidez.

Isso não substitui totalmente o trabalho de design estratégico em marcas maiores, mas resolve muito bem a etapa inicial de identidade visual.

Na prática, a IA se tornou um caminho acessível para transformar ideias em marcas reais.

Conclusão

Criar uma logo profissional não precisa mais ser um processo lento ou caro. Em 2026, ferramentas com inteligência artificial permitem sair da ideia para uma identidade visual completa em poucos minutos, desde que exista clareza sobre o posicionamento da marca.

Seguindo um processo simples, escolhendo bem a ferramenta e dedicando atenção aos ajustes finais, já é possível alcançar um resultado consistente e pronto para uso.

E talvez essa seja a maior mudança dos últimos anos: hoje, começar deixou de ser a parte mais difícil.

 

PROTEÇÃO

Tem Iphone? Então você precisa fazer isso antes de levar em uma assistência técnica

O Modo de Reparo é um estado especial do iOS que permite que técnicos autorizados realizem diagnósticos e reparos no seu iPhone

09/02/2026 08h15

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Ao enviar seu iPhone para reparo, é crucial proteger seus dados pessoais. A Apple introduziu o Modo de Reparo (Repair State) no iOS 17.5, uma funcionalidade que permite que o dispositivo seja reparado sem a necessidade de desativar o recurso Buscar (Find My) ou o Bloqueio de Ativação.

Isso garante que seu iPhone permaneça rastreável e seguro durante o processo de assistência.

O que é o modo de reparo?

O Modo de Reparo é um estado especial do iOS que permite que técnicos autorizados realizem diagnósticos e reparos no seu iPhone, mantendo o Bloqueio de Ativação ativo. Isso significa que, mesmo que o dispositivo esteja nas mãos de um técnico, ele ainda estará vinculado ao seu ID Apple, impedindo o uso não autorizado.

Como ativar o modo de reparo (iOS 17.5 ou superior)

Siga os passos abaixo para ativar o Modo de Reparo no seu iPhone:

  1. Abra o aplicativo Buscar (Find My): Localize e toque no ícone do aplicativo Buscar na sua tela inicial.
  2. Acesse a aba "Dispositivos": Na parte inferior da tela, toque na aba "Dispositivos".
  3. Selecione o seu iPhone: Na lista de dispositivos, toque no iPhone que você deseja enviar para reparo.
  4. Toque em "Remover Este Dispositivo": Role a tela para baixo e toque na opção "Remover Este Dispositivo".
  5. Confirme a preparação para reparo: Uma mensagem aparecerá informando que o dispositivo não pode ser removido e perguntando se você deseja prepará-lo para reparo. Toque em "Continuar".
  6. Aguarde a ativação: Seu iPhone entrará no Modo de Reparo. Ele permanecerá visível no aplicativo Buscar e com o Bloqueio de Ativação ativado.
Feito por Denis Felipe com IA

Considerações Importantes

  • Não ative sem necessidade: O Modo de Reparo deve ser ativado apenas quando você realmente for enviar o iPhone para assistência. A desativação desse modo geralmente é feita pela própria assistência técnica após a conclusão do reparo.
  • Versão do iOS: Certifique-se de que seu iPhone esteja executando o iOS 17.5 ou uma versão posterior para ter acesso a este recurso.
  • Proteção de Dispositivo Roubado: Se você tiver a "Proteção de Dispositivo Roubado" ativada, pode haver um atraso de segurança de uma hora ao tentar desativar o Buscar ou outras configurações sensíveis, caso você não esteja em um local familiar. Certifique-se de estar em um local familiar ou desative temporariamente a Proteção de Dispositivo Roubado antes de ativar o Modo de Reparo, se necessário. No entanto, o Modo de Reparo foi projetado para funcionar com o Buscar ativado, então a desativação do Buscar não é necessária para o Modo de Reparo em si.

Recomendações Adicionais antes de Levar para a Assistência Técnica

Mesmo com o Modo de Reparo, é sempre bom tomar precauções adicionais:

  • Faça backup completo: Realize um backup completo do seu iPhone no iCloud ou no seu computador (Mac ou PC) para garantir que todos os seus dados estejam seguros.
  • Tenha a senha do ID Apple: Anote ou tenha fácil acesso à sua senha do ID Apple, pois ela pode ser necessária para o processo de reparo ou para reconfigurar o dispositivo após o retorno.
  • Remova cartões do Apple Pay: Por segurança, remova todos os cartões de crédito e débito associados ao Apple Pay.
  • Retire acessórios: Remova capas, películas protetoras e quaisquer outros acessórios do seu iPhone.

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