Brasil

PRESIDÊNCIA

Lula tem 39% no 1º turno e Flávio Bolsonaro, 32%, diz pesquisa Realtime/Bigdata

Nas projeções de segundo turno, a disputa está mais acirrada. O presidente pontua 42% e o senador 41%, empatados dentro da margem de erro

Continue lendo...

Pesquisa Realtime Bigdata divulgada nesta terça-feira, 3, mostra que no cenário da disputa presidencial com Flávio Bolsonaro (PL), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 39% contra 32% do senador do PL no primeiro turno. Ratinho Jr do PSD aparece com 9%, Romeu Zema (Novo) com 2%, Aldo Rebelo (DC) com 2%, Renan Santos (Missão) com 2%, brancos e nulos 7% e não sabem ou não responderam somam também 7%.

No cenário em que aparece o nome de Eduardo Leite (PSD), Lula tem 40%, Flávio 34%, Leite 4% e Zema 3%. Nulos e brancos somam 7% e não sabem ou não responderam 8%. Num terceiro cenário, em que o candidato do PSD é Ronaldo Caiado, Lula registra 40%, Flávio 33%, Caiado e 5%, Zema 3%. Nulos e brancos somam 7& e não sabem ou não responderam 8%.

Na pesquisa espontânea Lula tem 29%, Flávio Bolsonaro 19% e Jair Bolsonaro 4%. Ratinho Jr e Tarcísio de Freitas (Republicanos) pontuam 2%.

Nas projeções de segundo turno, a disputa mais acirrada seria entre Lula e Flávio Bolsonaro. O presidente pontua 42% e o senador 41%, empatados dentro da margem de erro, que é de 2 pontos porcentuais. Com Ratinho Junior, também há um empate dentro da margem de erro, com Lula pontuando 43% e Ratinho 39%. Contra Eduardo Leite, Lula pontua 46% e Leite 35% numa eventual disputa de segundo turno. Lula teria 44% e Zema 35% no segundo turno e o petista pontua 45% contra 36% de Caiado num eventual segundo turno da disputa presidencial.

A pesquisa Realtime Bigdata foi realizada com 2 mil eleitores em todo o território nacional, a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais e para menos e o índice de confiança é de 95%. A data de campo é do dia 28 de fevereiro a 2 de março. E a pesquisa está registrada sob protocolo BR-09353/2026.

TRAGÉDIA

Mortes em Juiz de Fora e Ubá chegam a 48 e há 19 desaparecidos

Conforme o Corpo de Bombeiros, 3 mil moradores estão desabrigados, ou seja, dependem de abrigos públicos, e outros 400 estão desalojados em Juiz de Fora

26/02/2026 07h25

Na cidade de Juiz de Fora, onde voltou a chover forte nesta quinta-feira, ainda há 17 pessoas desaparecidas

Na cidade de Juiz de Fora, onde voltou a chover forte nesta quinta-feira, ainda há 17 pessoas desaparecidas

Continue Lendo...

As fortes chuvas que atingem a Zona da Mata mineira nos últimos dias provocaram um cenário de destruição, mobilização de equipes de resgate e preocupação entre moradores. Alagamentos, deslizamentos e danos à infraestrutura têm afetado diferentes bairros, enquanto autoridades intensificam ações de busca, assistência e apoio às famílias impactadas.

Em Juiz de Fora, o número de vítimas fatais chegou a 42. A cidade contabiliza ainda 17 pessoas desaparecidas. De acordo com o levantamento atualizado do Corpo de Bombeiros, 3 mil moradores estão desabrigados, ou seja, dependem de abrigos públicos, e outros 400 estão desalojados, tendo precisado deixar suas casas e buscar abrigo temporário com familiares ou amigos.

Já em Ubá, o balanço aponta 6 mortes confirmadas e 2 pessoas desaparecidas. No município, 26 pessoas estão desabrigadas e 178 desalojadas em decorrência dos alagamentos e deslizamentos registrados nos últimos dias.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém alerta vermelho de "grande perigo" para chuvas intensas na região nesta quinta-feira, 26, incluindo as cidades de Juiz de Fora e Ubá. O alerta indica chance de chuva superior a 60 mm por hora ou mais de 100 mm em 24 h, com alto risco de alagamentos, deslizamentos e transbordamentos de rios.

O Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden) também considera a possibilidade de novas ocorrências

As autoridades municipais seguem mobilizadas nas ações de busca e resgate, além da assistência às famílias atingidas. Equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e voluntários atuam no atendimento às ocorrências e na organização de abrigos provisórios.


 

PRIVILÉGIOS

Ex-juíza que reclamou que magistrados pagam gasolina recebeu R$ 113 em um mês

Ela foi uma das defensoras do pagamento dos penduricalhos no julgamento que começou nesta quarta-feira no STF

26/02/2026 07h14

A juíza do trabalho aposentada Cláudia Márcia de Carvalho Soares também reclamou no STF do fato de alguns magistrados terem pagar café e água

A juíza do trabalho aposentada Cláudia Márcia de Carvalho Soares também reclamou no STF do fato de alguns magistrados terem pagar café e água

Continue Lendo...

A juíza do trabalho aposentada Cláudia Márcia de Carvalho Soares, que defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) o pagamento de verbas indenizatórias a magistrados, os chamados "penduricalhos", recebeu cerca de R$ 113,8 mil líquidos em dezembro, segundo dados da folha do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região.

A magistrada, que preside a Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho (ABMT), representou a entidade durante julgamento da liminar do ministro Flávio Dino, do STF, que, segundo ele, pode pôr fim ao "Império dos Penduricalhos".

Durante sua manifestação, ela afirmou a Dino que juízes enfrentam "muita insegurança jurídica" por não saberem quanto irão receber ao final do mês e que integrantes da carreira precisam arcar com despesas como combustível e café com o próprio salário. Segundo a magistrada, mudanças de entendimento sobre a legalidade de determinadas verbas geram instabilidade financeira na categoria.

"O juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro financiado. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem refeitório, não tem água e não tem café", sustentou.

Dados do contracheque de dezembro indicam que, classificada como inativa, ela recebeu aproximadamente R$ 113,8 mil líquidos no período. O montante supera o teto constitucional, atualmente atrelado ao subsídio dos ministros do STF, de R$ 46.366,19, mas pode incluir parcelas como 13º salário, férias indenizadas e pagamentos retroativos.

Procurada por meio da associação que preside, a magistrada não respondeu à reportagem até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

O julgamento em curso na Corte trata da definição sobre quais parcelas devem ou não ser limitadas pelo teto. Parte dos ministros defende a aplicação mais restritiva do limite constitucional, enquanto entidades da magistratura sustentam que valores de caráter indenizatório não podem ser enquadrados como remuneração.
 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).