Dono de uma das vozes mais belas da lírica, ao lado do já falecido Luciano Pavarotti, Di Stefano teve uma carreira curta. O nome de Di Stefano se projetou ao lado do da soprano Maria Callas, com quem cantou em inúmeras ocasiões e gravou vários discos, desde a década de 40 até a de 70. Juntos gravaram Tosca (1953), I Pagliacci (1954), Rigoletto (1955), Il Trovatore (1956), La Bohème (1956) e Ballo in Maschera (1956).
Com informações do Estadão