O remédio único contra a aids que está sendo fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deve chegar aos pacientes brasileiros só no ano que vem. A vantagem do medicamento é diminuir o número de remédios tomados pelos pacientes, contribuindo para a adesão ao tratamento. Em muitos casos, é necessária a ingestão de até 60 comprimidos por dia, como parte do coquetel antiaids, o que desestimula os doentes a prosseguirem com a terapia.
Com informações da Agência Brasil