A Estrada de Ferro de Carajás, no Sudeste do Pará, foi desocupada no início da tarde de hoje (17) por homens do Batalhão de Choque da Polícia Militar do estado, mas cerca de 800 pessoas ligadas ao Movimento dos Trabalhadores na Mineração (MTM) e ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) continuam acampados às margens da ferrovia. Segundo a polícia, duas pessoas foram presas por descumprirem a decisão judicial que impedia a invasão da ferrovia. Segundo a Vale, a interrupção da estrada de ferro gera um prejuízo diário de US$ 22 milhões para a balança comercial brasileira, pois impede o transporte de pessoas, combustível e minério.
Com informações do G1