A cunhada de Josef Fritzl afirmou em entrevista que a mulher do aposentado austríaco acusado de ter violentado e mantido em cárcere privado sua filha Elisabeth por 24 anos em um porão não sabia de nada, já que ele comandava a casa de modo "tirânico".
"Ele era um tirano", disse a cunhada, identificada apenas como Christine R. "Fritzl não tolerava que discordassem dele", completou.
Christine afirmou ainda que parte da família tinha medo dele. "Se eu tinha medo - e eu tinha medo dele a ponto de não dizer nada que pudesse ofendê-lo -, você pode imaginar como era para uma mulher que passou muito anos com ele".
A cunhada disse também que Fritzl cometeu um estupro em 1967, ficou preso por 18 meses pelo crime e que sua mulher continuou casada com ele em uma tentativa de manter a família unida.