Fábio Dorta, Dourados e Lívia Ferreira, da Redação
A Polícia Civil de Dourados está trabalhando com quatro hipóteses nas investigaçõesque apuram as causas do suposto atentado sofrido anteontem à noite pelo deputado estadual Ari Artuzi (PDT) - entre elas, a de que parlamentar simulou a ocorrência.
Hoje à tarde, por telefone, Artuzi reagiu contra a denúncia de que o atentando não passou simulação.O parlamentar afirmou que, cerca de 40 minutos antes dos disparos, ao perceber que estava sendo seguido por uma caminhonete, ligou para o 3º Batalhão da Polícia Militar. "Liguei e não deram moral para nós. Disseram que iriam ver se mandavam uma viatura. Estou esperando a viatura até hoje", reclamou o deputado.
Comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar de Dourados, o Coronel Guilherme Gonçalves disse ser improvável que Artuzi tenha acionado o batalhão. Gonçalves informou que não é possível ter provas de que o parlamentar acionou o batalhão porque há mais de um ano a central de gravações telefônicas está desativada por falta de manutenção.