O juiz da Vara Criminal de Três Lagoas, Jairo da Silva Pinto, decretou a prisão preventiva de mais oito policiais rodoviários federais acusados de envolvimento com a máfia do carvão. De acordo com as investigações feitas pela Operação Diamante Negro, 13 policiais rodoviários federais que trabalhavam no posto de fiscalização da BR-267, recebiam até R$ 1,5 mil para facilitar o escoamento de carvão irregular. A operação descobriu também o envolvimento de funcionários públicos do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis), Agência Fazendária (Agenfa) e Imansul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul). Dos 13 policiais, cinco já estavam presos.