De acordo com o delegado Carlos Alberto Oliveira, da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE), Esteves Gouveia Barreto, 27 anos, acusado de ter participação no assassinato de José Roberto Amaral Lourenço, diretor do presídio de segurança máxima Bangu 3, recebeu R$ 150 por dia em que ficou de vigiando a casa do diretor. Foram três dias.
O acusado foi preso hoje (6) durante investigação da DRAE sobre o tráfico de drogas e tráfico de armas no Morro do Cruzeiro, na Penha. Segundo a polícia, Esteves atuou no levantamento dos hábitos do diretor e informou o trajeto que ele seguia para os homens que o executaram.
Com informações do G1