De acordo com a proposta de Reforma Tributária, 2% do tributo deverá ficar no estado de origem do produto. Parlamentares de São Paulo, principal exportador do País, reivindicam que esse valor chegasse a 4%, mas o pedido não foi atendido pelo relator, deputado Sandro Mabel (PR-GO).
"Nós estamos acatando todas as críticas, mas não podemos fazer uma reforma para um estado. Não posso atender pontualmente um estado que não quer a reforma", ressaltou o parlamentar, que apresentou, antes da votação, as mudanças que realizou no texto da matéria para atender às demandas dos secretários da Fazenda dos Estados e dos parlamentares.