Um advogado da família afirmou hoje que os resultados preliminares da autópsia de Eluana Englaro mostram que a italiana morreu de parada cardiorrespiratória. Em estado vegetativo havia 17 anos, Eluana tornou-se pivô de uma polêmica na Itália sobre o direito de um paciente em coma morrer. A mídia italiana publicou declarações de promotores, segundo os quais a autópsia mostrou que a morte era compatível com o fato de a alimentação e a água de Eluana terem sido diminuídos nos últimos dias antes da morte dela. Eluana, de 38 anos, estava desde 1992 no que os médicos qualificavam como um "estado vegetativo irreversível", após um acidente de carro.
Com informações do Estado