Os advogados de defesa do procurador Carlos Alberto Zeolla vão recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) contra decisão da Justiça sul-mato-grossense que decretou prisão preventiva pelo assassinato do jovem, o sobrinho do procurador, Cláudio Zeolla, morto no dia 3 de março, na Capital.
A defesa também pede, caso seja mantida decisão do TJ/MS, para que a prisão seja domiciliar. Como argumento, os advogados apelam para o estado de saúde do procurador, que estaria com depressão e há 8 anos faz tratamento psiquiátrico.
Zeolla está em um alojamento do Garras, dividindo espaço com policiais de plantão. Hoje o TJ decretou a prisão preventiva, e ele deve seguir preso até o julgamento.