Da Redação
Mais de 50 albinos foram mortos em rituais ligados à bruxaria no último ano na Tanzânia e Burundi, onde as autoridades começaram a tomar medidas para pôr fim a este massacre, embora a minoria afetada as considere insuficientes e, algumas vezes, ridículas.
O presidente da Tanzânia, Jakaya Kikwete, decidiu este mês instalar urnas por todo o país para que os cidadãos, de forma voluntária e anônima, possam "votar" em seus "suspeitos" de matar albinos, para, uma vez feita uma apuração, deter "os mais votados".
A secretária-geral da Fundação de Albinos da Tanzânia, Ziada Nsembo, disse que não vê com bons olhos a medida: "É ridícula. Não oferece garantias e servirá apenas para despertar a animosidade entre os moradores".
Com informações da Agência EFE