Da redação
Sem reação por falta de demanda gerada pela crise mundial, a mineração afeta diretamente a economia de Corumbá, que esboçou um aquecimento nos últimos anos. As perspectivas de recuperação são lentas e pouco otimistas a curto prazo. As principais empresas extrativistas ? Vale e Rio Tinto ? que esperavam ver o fim da crise a partir de março retomaram a produção em ritmo mais lento que o esperado, enquanto a MMX deve adiar seu retorno para maio. A empresa do milionário Eike Batista é a maior incógnita. Sem novos contratos, a paralisação remunerada de quatro meses dos trabalhadores, desde dezembro do ano passado, deve se estender por mais 30 dias. Boatos indicam que a MMX vai retomar a mina e colocar à venda a siderúrgica que opera desde setembro de 2007.