Entre 900 e 1.000 pessoas se juntaram em toda a Bolívia à greve de fome iniciada pelo presidente Evo Morales para exigir ao Congresso a aprovação da lei eleitoral que permita a realização de um pleito geral em dezembro.
O anúncio desta mobilização foi feito na noite dessa quinta-feira (9) pelos dirigentes da Central Operária Boliviana e da Coordenação Nacional pela Mudança (Conalcam), que acompanham Morales em uma medida de protesto que, segundo asseguraram, não abandonarão até que a lei eleitoral seja aprovada.
Fontes do Palácio do Governo de La Paz indicaram à Agência Efe que Morales se encontra em bom estado após seu primeiro dia de greve de fome, que o levou a suspender uma viagem a Cuba que estava prevista para esta sexta-feira (10).
O porta-voz presidencial, Ivan Canelas, explicou esta manhã que Morales continua trabalhando, apesar da greve de fome. A crise política na Bolívia ganhou força com as divergências para aprovar um regime eleitoral transitório obrigado pela nova Constituição para poder realizar o pleito geral previsto inicialmente para dezembro.
Com informações da Folha On line