O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça, confirmou nessa quarta-feira que o Brasil Telecom (SC), quarto colocado na última edição da Superliga, seguiu os passos do vice-campeão Finasa/Osasco (SP) e também resolveu fechar as portas.
Com isso, ficam sem emprego várias jogadoras que se destacaram na competição, como a oposta Elisângela - com passagem pela seleção brasileira -, a ponta Juliana Costa e a líbero Marcelinha.
Na semifinal da Superliga, o Brasil Telecom por pouco não eliminou o campeão Rexona/Ades (RJ). A equipe de Brusque venceu a primeira partida e chegou a abrir 2 sets a 0 no segundo jogo da série melhor de três, mas foi superado e depois eliminado no confronto decisivo.
Enquanto isso, o voleibol nacional aguarda o surgimento de novos patrocinadores para manter a força do torneio nacional, que na última edição contou com nove das 12 jogadoras que faturaram a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Com informações do Estadão