Neide Mota Machado, que é acusada de manter uma clínica de aborto em funcionamento por 20 anos, em Campo Grande, foi cassada pelo Tribunal Superior de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina. Neide deverá ser submetida a júri popular. A médica e mais quatro pessoas vão responder pela prática de aborto em 25 pessoas. De acordo com as investigações, cerca de 10 mil mulheres podem ter feito abortos na clínica nos últimos 20 anos.