Especialistas na área de saúde acreditam que o número de óbitos por influenza A (H1N1) diminuirá daqui para a frente. Segundo o chefe do Departamento de Virologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Davis Ferreira, no começo muitos médicos tratavam pacientes com a influenza A como se estivessem infectados com a gripe comum. Algumas dessas pessoas, por se tratar de grupos mais vulneráveis à nova doença, como as grávidas, acabaram morrendo. Agora, as pessoas estão sendo tratadas de forma especial.
Com informações da Agência Brasil