Da redação
O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. "O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança", diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do FMI. Para Jim O?Neill, do Goldman Sachs, "o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos". (matério completa no Correio do Estado deste domingo)