Em março de 2008 a CPI Carcerária esteve em Mato Grosso do Sul para avaliar a situação carcerária do Estado e apontou a Colônia Penal Agrícola de Campo Grande como um dos dos piores presídio do País. E pouco mais de um ano depois, a situação mudou. Agora a gestão penitenciária tem uma nova forma de trabalho, baseada na disciplina. Atualmente, 450 detentos estão na Colônia Penal Agrícola e desse total, mais da metade trabalha.
Através de convênios, os internos cuidam do Parque dos Poderes, do Parque das Nações Indígenas, estão empregados na prefeitura para fazer limpeza, trabalham na Embrapa, no Imasul, na Agraer, Procon, empresas de construção, de reciclagem, entre outros locais.