Um mês depois do terremoto que devastou o Haiti e deixou mais de 230 mil mortos, os esforços de ajuda entram em uma segunda fase, e as forças brasileiras se preparam para permanecer um longo período no país. "Acho que nossa permanência aqui vai se prolongar por, no mínimo, cinco anos", disse o comandante do Batalhão Brasileiro (Brabatt) no país, Coronel Ajax Porto Pinheiro, respaldando uma previsão já feita anteriormente pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim.
Com informações do Estadão