Da Redação
O comando de arrecadação de campanha da presidenciável Marina Silva (PV) vai usar a expertise obtida em ONGs ambientalistas que, a partir do engajamento de militantes, angariaram recursos com base em uma "causa". O maior potencial de adesão, acreditam colaboradores, é do setor de energias alternativas e da classe média alta do Sudeste.
A campanha prevê que, assim que a história e as ideias de Marina se tornarem mais conhecidas do eleitorado, ela se transforme em "causa" por "seu novo jeito de fazer política". O desafio é fazer o que as ONGs conseguiram, após 10 anos de trabalho "batendo cabeça", em quatro meses.