Cidades

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Advogada nega ligações com criminosos

Advogada nega ligações com criminosos

Redação

12/05/2010 - 00h37
Notícia sem imagem
Silvia Tada

A advogada Rosana D’élia Bellinati negou, ontem, envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Ela foi detida por porte ilegal de arma durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, como parte de operação contra quadrilha de pessoas acusadas de tráfico de drogas e de armas, deflagrada na manhã de anteontem. Ainda na segunda-feira, a advogada foi liberada após pagar fiança.
Rosana foi ouvida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e negou as acusações. “Não sei de onde tiraram a informação de que eu sou advogada do PCC. Isso não é verdade. Sou advogada criminalista e não uma criminosa. Não represento e não conheço nenhuma das pessoas presas”, afirmou, referindo-se às cinco pessoas que foram presas e às quatro que já estavam em poder da Justiça.
Sobre a arma encontrada durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, a advogada disse que não sabe a quem pertence. “Não posso precisar de quem é. Não tenho conhecimento de como foi parar na casa”.
Os presos na segunda-feira foram ouvidos pela promotoria, ontem. São eles: José Claudio Arantes, Solangia Silva Santos, Ana Aparecida Pires da Silva, Viviane Kelin Leite Arantes, Ana Cristina Almeida Fernandes, Antenor Mota de Moraes Neto, Marizete Fernandes Teixeira, Ricardo de Souza e Kelly Maciel Ribeiro.
Todos negaram as acusações de participação no esquema que funcionava de dentro dos presídios. A única que confirmou que recebia dinheiro para guardar droga em casa foi Marizete, que é vizinha de Ana Aparecida.

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