Depois de se reunir com o primeiro-ministro, Naoto Kan, e o secretário-geral do PD, Yukio Edano, o porta-voz japonês disse que não haverá mudanças no Governo até, pelo menos, setembro, quando sua legenda realizará eleições para escolher seu líder.
Sengoku disse que o partido "deve aceitar com humildade a severa crítica", em referência à perda de cadeiras no Senado, informa a agência local Kyodo.
O PD conseguiu 44 cadeiras, abaixo de sua meta de manter os 54 assentos, enquanto o opositor Partido Liberal-Democrata (PLD) obteve 51 assentos.