A Rússia fornece o urânio enriquecido para a usina e fica responsável pela retirada do combustível após a utilização. Dessa forma, a possibilidade de desvio do urânio para a produção de armas militares fica praticamente eliminada. O urânio usado como combustível na usina tem um nível de enriquecimento de 3,5%, muito abaixo dos 90% necessários para a fabricação de armas atômicas.
O Irã está sob sanções da Organização das Nações Unidas (ONU) por causa de seu programa de enriquecimento de urânio, que é apontado por muitos países como indício da intenção iraniana de produzir bombas atômicas. O governo iraniano nega a acusação e afirma que o programa nuclear é pacífico e tem como prioridade a produção de energia elétrica.