Desde o início deste ano até o fim de setembro, 436 motoristas foram flagrados em blitze por dirigir embrigados e outros 189 levados com sinais de embriaguez para delegacias depois de se envolverem em acidentes de trânsito com vítimas. Durante todo o ano de 2009, 494 motoristas bêbados foram flagrados e outros 228 envolveram-se em acidentes. Os números são de levantamentos feitos pela Companhia Independente de Polícia de Trânsito (Ciptran).
A companhia estima que, de todos os que são pegos pelos policiais com indícios de que teriam bebido antes de dirigir, 20% se recusam a soprar o bafômetro, o que resultaria em um número aproximado de 100 motoristas. Nesses casos, é feito um termo de constatação assinado pelos guardas de trânsito. No documento, são assinalados sinais como “odor etílico e andar cambaleante”, que podem ser indícios de embriaguez.
Mesmo se recusando a passar pelo teste, o motorista paga multa de R$ 957,70, tem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida e pode ter o direito de dirigir suspenso por até um ano, além de ter o veículo retido até que outro condutor habilitado vá retirá-lo.
Em Campo Grande, nada deve ser alterado nas fiscalizações feitas para coibir a união entre álcool e direção, de acordo com o comandante da Companhia Independente de Polícia de Trânsito (Ciptran), major Alírio Villassanti Romero. “Até porque é apenas uma decisão, a lei não foi alterada. Não compete a nós questionar, apenas fiscalizar”, disse. Em cada blitz feita na Avenida Afonso Pena, por exemplo, que dura em média três horas, 100 motoristas são fiscalizados. (BG)
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Neste ano, 436 foram flagrados por embriaguez
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