Um grupo de Mato Grosso do Sul continua preso na Argentina por falta de voos para o Brasil. Professores de Campo Grande embarcariam na quinta-feira, mas o aeroporto fechou por causa das cinzas do vulcão chileno Puyehue.
Segundo o presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Jaime Teixeira, o céu ficou limpo ontem à tarde e os voos foram normalizados às 18h. O grupo voltaria para o Brasil pela TAM na manhã de hoje. No entanto, devido ao grande número de passageiros, a TAM alegou falta de aeronave e remanejou o grupo para amanhã.
Teixeira contou que ele, o novo presidente da entidade, Roberto Magno César, a secretária de Relações Internacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Fátima Silva, e a vice-presidente da Fetems, Deumeires Souza, vão ser obrigados a adiar a viagem por mais um dia. Até hoje, o hotel foi pago pela CNTE. Neste sábado, o grupo tentará obter o apoio da companhia de viagem.
As cinzas do vulcão chegaram ao Brasil e causaram 98,5% dos voos do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), e 45,5% no Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis (SC).