O segundo caso envolveu uma menina de 12 anos. Os pais da criança acionaram o Conselho após ela ter desaparecido. Eles disseram que já fazia dois dias que a filha não aparecia em casa. Conselheiros tutelares investigaram o paradeiro da garota e a encontraram na república de um trabalhador da construção civil, de 21 anos.
A menina alegou que namora o rapaz e que é apaixonada por ele. “Ela chegou a se negar a fazer o exame de corpo de delito, pois não queria prejudicá-lo. Mas conseguimos convencê-la e o exame provou que eles mantiveram relação sexual”, disse. O caso é caracterizado como estupro de vulnerável, mesmo que a menina tenha consentido o sexo.
A terceira vítima, uma menina de seis anos, teria sido abusada sexualmente pelo avô paterno. Esse caso também foi descoberto por médicos do Hospital Auxiliadora. Os pais da criança a levaram para o hospital após ela sentir dores abdominais e lá a garotinha relatou que o avô a obrigava acariciar as partes íntimas e o mesmo ele fazia com ela.
Segundo Leal, os pais a deixavam na casa dos avós todos os dias enquanto se ausentavam para trabalhar. A exploração ocorria enquanto a avó da criança também não estava presente. “Os pais ficaram espantados com o abuso e não a deixam mais com ele”, disse. Destacou também que um exame vai indicar se ele chegou a manter relação sexual com a neta.