Lâmpadas queimadas demoram a ser substituídas, embora sejam constantes as reclamações. Os postes de madeira não lavrada, desses de pau mesmo, ainda enfeiam as ruas do lugar. Sem policiamento preventivo, os moradores vêem aumentar a onda de furtos. Esses problemas caracterizam o momento vivido pelo pequeno Bairro Nossa Senhora Aparecida, espremido entre as vilas Nasser e Marli e de onde se avistam, bem distantes, os prédios centrais de Campo Grande.
É pouco? O relato feito pela presidente da Associação dos Moradores, Maria de Santana, 54 anos, dos quais 32 ali, expressa o sentimento das famílias carentes: todos querem que a Secretaria Municipal de Saúde dê um jeito de melhorar o atendimento. "Nós dependemos do posto da Vila Nasser e ali é precário", ela se queixa.
Maria de Santana, diabética, mãe de três filhos, cuida de quatro dos oito netos, enfrentando algumas adversidades. Embora ainda se avistem algumas poças d’água e queima de entulhos na área, a coleta de lixo é razoável e não há queixas na educação: as crianças frequentam o Ensino Fundamental nas Escolas Fausto Garcia Bueno e Licurgo de Oliveira Bastos.
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