A proposta de negociação salarial oferecida pelo Governo do Estado foi rejeitada hoje (20) pelos servidores militares reunidos em assembleia na Federação dos Trabalhadores em Educação (Fetems). Agora, uma contraproposta está sendo discutida.
Policiais e bombeiros de Dourados, Corumbá, Três Lagoas, Ponta Porã, Aquidauana, Paranaíba e outros municípios do interior estarão participando. Presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Alexandre Barbosa da Silva e Adelaido Luis Vila, presidente do Conselho Comunitários de Segurança da Região Central de Campo Grande, estiveram no local para manifestar solidariedade a causa.
Os militares reivindicam escalonamento a partir do subsídio do posto de coronel, vinculando os salários dos demais graus hierárquicos em uma escala percentual gradativa. Dessa forma, um soldado passaria a receber 25% do vencimento de um coronel, aumentando o percentual gradativamente até 90% no posto de tenente-coronel.
O Governo do Estado, por outro lado, ofereceu 5% de reajuste linear para todas as patentes. Em consequência, os militares decidiram aplicar o ‘tolerância zero’ durante assembleia geral na semana passada. No início desta semana, após nova reunião com representantes da ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul), o Executivo propôs 6% para a categoria, mais um abono de R$ 87 no salário dos soldados, mas a proposta foi rejeitada.