“A gente não tinha o que fazer com eles, daí eu matei”, disse Neidinaldo do Nascimento da Silva, de 21 anos, acusado de matar o empresário Alberto Raghiante, de 54 anos e a estudante Luzia Barbosa Damasceno Costa, de 25.
Segundo relato do suspeito, entre o momento da abordagem das vítimas, por volta das 22h, e a morte deles, foi menos de “uma hora”. Neidinaldo carregava um revólver calibre 38, que já está apreendido, municiado apenas com três balas. Pararam o carro no acostamento da MS-040, altura da Escola Agrícola, e exigiram que as vítimas descessem do veículo. “Mandei deitarem e atirei na cabeça (deles)”, pontuou.
Questionado várias vezes sobre o comportamento das vítimas em seus últimos momentos de vida, o executor limitou-se a dizer que eles não esboçaram reação alguma ao assalto e reiterou. “Foi bobagem mesmo, (es)tava drogado. Foi um acordo do grupo para matar”.
Foragidos
A polícia procura por Gleisson Barros da Silva, vulgo Paraná, Sidney Portilio da Silva e Julielton Aparecido Gonçalves, que também teriam participado da ação junto com Neidinaldo. Os bandidos planejavam roubar o veículo Hyundai Azera do empresário para atravessar fronteira com o Paraguai. O veículo também não foi localizado ainda.
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Casal foi abordado em frente ao terminal Morenão, na madrugada de quarta-feira (04) - Foto: Reprodução Facebook