O prazo para a retirada da torre de telefonia celular instalada ao lado do Complexo Penitenciário de Segurança Máxima, na região do Jardim Noroeste, em Campo Grande, vence na segunda-feira, mas até o momento a operadora Vivo, proprietária do equipamento, está ignorando a decisão da prefeitura, que cassou a licença de operação do equipamento. Ela ainda não apresentou planos para a transferência da torre. A licença ambiental para o funcionamento da antena foi cassada no dia 29 de agosto e havia prazo de 30 dias para sua retirada.
Vários crimes são encomendados por detentos de dentro do complexo penitenciário, por meio do uso de celulares. A torre está instalada desde 1994 em terreno público à distância de uma rua do Presídio de Segurança Máxima. “O sinal é bastante forte na penitenciária e agora descobrimos que essa torre está em espaço público e por isso a cassação da licença”, disse o secretário de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini.
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