A Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB), regional de Mato Grosso do Sul, corre o risco de perder a sede e deixar de existir, informou o presidente da entidade, um dos últimos combatentes de guerra vivo que mora no Estado, Agostinho Gonçalves da Mota, 87 anos.
Funcionando há 27 anos na Rua 13 de Maio, 4.111, centro de Campo Grande, o local abrigava também o Esporte Clube da Indústria. Quatro anos atrás, Mota moveu um processo de usucapião, um meio de a associação virar dona do imóvel e alcançar algum benefício financeiro, como a isenção do IPTU (Imposto Predial Territorial e Urbano).
O processo corre na 6ª Vara Cível e, desde a terça-feira está pronto para um desfecho.
A associação esportiva era a dona do imóvel e aceitou abrigar também os febistas, como chamam os ex-combatentes da 2ª Guerra Mundial (1939-1945), em 1985.
“Nossa associação não tinha sede, nada, funcionava numa sala da escola 26 de agosto, no Bairro São Francisco, daí o presidente do Esporte Clube da Indústria, também um febista, nos convidou para dividir o imóvel”, afirmou Agostinho Mota.
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