Cidades

Cidades

Polícia descarta participação do goleiro Bruno em novo crime

Polícia descarta participação do goleiro Bruno em novo crime

Redação

06/11/2012 - 17h30
Notícia sem imagem

Após quase três horas de depoimento na delegacia da Polícia Civil de Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, o goleiro Bruno foi completamente descartado de um novo crime, que aconteceu em janeiro de 2011.

O ex-jogador do Flamengo foi apontado na morte da irmã da mulher que ficou com seu filho Bruninho, no caso do desaparecimento de Eliza Samúdio. De acordo com o delegado responsável pelo Inquérito, Márcio Rocha, Graziele Beatriz Leal foi assassinada por engano.

Na versão apresentada pelo delegado, quem estava marcada para morrer era Geisla Leal, irmã de Graziele. Ela tinha envolvimento com tráfico de drogas em Ribeirão das Neves e devia cerca de R$ 600 para o crime. Porém, durante as investigações, um dos suspeitos apontou que Graziele era babá das filhas de Bruno e foi assassinada por saber demais. No depoimento na manhã desta terça-feira, o goleiro afirmou não conhecer nenhuma das duas irmãs e confirmou que quem cuidava de suas filhas eram duas babás do Rio de Janeiro.

"A participação do Bruno está por satisfeito para mim. Vou consultar alguns familiares e a Dayane, mas o Bruno tudo bem. Sabendo do fato que ela nunca foi babá das filhas do Bruno, automaticamente a gente descarta a participação dele", finalizou o Delegado Márcio Rocha.
Os principais suspeitos pelo crime já estão presos. São eles: Daniel Lourenço Maciel da Silva, Cláudio Marcos Maciel e Wellington Reginaldo de Jesus. 

AFOGAMENTO

Bombeiros localizam corpo de adolescente de 15 anos no Rio Paraguai

Erick José da Silva Moraes de Arruda havia desaparecido na tarde de sexta-feira (6)

07/11/2026 12h00

Bombeiros realizaram buscas na sexta-feira e na manhã deste sábado

Bombeiros realizaram buscas na sexta-feira e na manhã deste sábado Reprodução / Diário Corumbaense

Continue Lendo...

Cidades

TJMS obriga prefeitura pagar transporte aéreo de bebê para tratamento pós-cirúrgico

Município teria negado custeio de transporte de avião, mesmo com recomendação médica em razão do tempo de vida da bebê, de 11 meses, e risco de complicações após cirurgia

07/11/2026 11h30

MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses

MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses Banco de Imagem

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).