Apesar da incorporação de ônibus novos à frota do transporte coletivo de Campo Grande e da entrada em operação do Consórcio Guaicurus a partir da zero hora de hoje, os veículos utilizados não vão contar com a tecnologia necessária para abarcar os sistemas de monitoramento e rastreamento previstos.
Isso porque o contrato entre a Prefeitura e o consórcio prevê um prazo para que os equipamentos sejam instalados. Segundo o diretor presidente da Agência Municipal de Regulação (Agereg), Marcelo Amaral, a concessionária tem três meses, a partir da ordem de serviço, para apresentar o projeto de implantação do sistema e mais seis meses, depois disso, para começar a operar protótipos do sistema.
O mecanismo é equipado com câmeras e GPS para que seja feito o monitoramento dos coletivos e também seu rastreamento. “Um dos objetos da contratação foi a incorporação de tecnologia embarcada que tem prazo para ser concluída. É preciso cumprir os marcos contratuais para poder colocar isso em operação”, afirmou Amaral.
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