As inundações que castigam o Bairro Santo Antônio podem cessar caso seja diminuído as áreas impermeáveis e se aumente as superfícies porosas. Esta é a sugestão de um dos quatro trabalhos de conclusão de curso ou iniciação científica — só 26% das 15 vagas disponíveis foram preenchidas — que foram aprovados para participar do IV Seminário Cidades Brasileiras: Desejos e Possibilidades, que acontece de ontem até hoje em Campo Grande.
A acadêmica do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Cynara Okuhita, 21 anos, acredita também que a implantação de espaços livres no Santo Antônio, como praças com suas áreas totalmente permeáveis, seriam menos custoso e valorizariam mais o bairro do que um “piscinão”, por exemplo, que é utilizado com frequência nas grandes cidades brasileiras que sofrem com o mesmo problema. “Por causa do mal cheiro do ‘piscinão” a área acaba desvalorizando muito”, explica Cynara.
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