Até esta tarde um oficial de Justiça não tinha conseguido notificar o comando do sindicato dos vigilantes, categoria em greve desde a sexta-feira passada. A Justiça trabalhista determinou o retorno imediato da metade dos trabalhadores que aderiram ao movimento.
O Sindicato dos Empregados nas Empresas de Segurança (Seesvig) informou que dos 12 mil vigilantes, 4 mil atuam em Campo Grande como seguranças em carros fortes, agências bancárias e abastecendo caixas eletrônicos. Ao menos 80% da categoria cruzaram os braços por reivindicaram aumento de 30% sobre o salário, adicional a que teriam direito por exercer função de risco.
O presidente da entidade, Celso Menezes, e nem outro diretor apareceram ontem na sede do sindicato, no bairro Jockey Clube. Vizinhos do prédio afirmaram que o oficial foi ao local acompanhado de uma viatura policial.