A Prefeitura de Campo Grande reduziu a escala de plantões de médicos nos postos de saúde neste mês, o que tem agravado a demora para conseguir atendimento e favorecendo a superlotação nas unidades.
O caos enfrentado pelos pacientes é agravado pela falta de medicamentos e materiais utilizados para vários procedimentos. Até para fazer uma injeção, os campo-grandenses estão tendo que tirar dinheiro do próprio bolso.
Duas médicas que trabalham em unidades de saúde, que pediram para não ter os nomes divulgados temendo represálias, informaram que o número de médicos para atendimento em cada turno foi reduzido nesta semana.
“O número de médicos estava maior nos últimos meses por causa da dengue, mas agora a procura aumentou bastante com pessoas, principalmente crianças, com problemas respiratórios e não é possível atender a todos”, disse.
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